Apps de saúde: Aplicativos que ajudam a monitorar o tratamento dos seus pacientes.

Apps de saúde: Não é atoa que eles são chamados de “pacientes”. Quando alguém entra no sistema de saúde hoje ele já sabe exatamente o que vai encontrar: Inúmeros exames, preços cada vez mais altos e uma espera sem fim. Nenhum método médico deixa de ter importância por conta da insatisfação dos pacientes, pois os procedimentos da saúde são complexos e todo o cuidado é pouco, mas a frustração está deixando os pacientes saturados.

A internet já permite que os pacientes encontrem e agendem consultas onde e quando for melhor para eles, no entanto, mudanças radicais exigem inovação – de provedores para pacientes e de médicos para dados. Essa mudança está acontecendo. Tecnologias como o smartphone permitem que as pessoas monitorem sua própria saúde.

As possibilidades se multiplicam quando você adiciona os ingredientes essenciais em falta – o acesso aos seus próprios registros médicos e a capacidade de compartilhar facilmente informações com aqueles de sua confiança. Isso permite reduzir as ineficiências em seu próprio tratamento e também fornecer dados para ajudar a treinar algoritmos médicos. Assim o paciente pode melhorar seus próprios cuidados e os de todos os outros também.

Os dados médicos podem não parecer o tipo de faísca para desencadear uma revolução. Mas o fluxo de informações provavelmente dará frutos de várias maneiras. Uma delas é um diagnóstico mais completo.

Veja o infográfico a seguir mostrando as inovações tecnológicas dos apps de saúde que permitem os próprios pacientes monitorarem seu tratamento.

Apps de saúde: Aplicativos que ajudam a monitorar o tratamento dos seus pacientes.
Apps de saúde: Aplicativos que ajudam a monitorar o tratamento dos seus pacientes.

Nova call to action


Agenda do médico gestor: Quais são as prioridades?

Pensando na melhoria da qualidade médico-assistencial e na segurança do paciente, quais devem ser as prioridades na agenda do médico gestor?

O momento da saúde no Brasil passa por grandes desafios. Enquanto o sistema de saúde pública, que tem a pretensão de atender a todos os brasileiros, sem distinção, enfrenta falhas em seus principais programas, na saúde privada, segundo dados da ANS vemos um significativo crescimento de beneficiários de plano de saúde. Para oferecer serviços de saúde de qualidade é necessário que as instituições invistam em três frentes fundamentais: uma rede integrada de atendimento familiar e comunitário, gestão rígida de contratos e bases de dados informatizadas. Mas como implementar essas pautas na agenda do médico gestor?

No sistema público de saúde, esses fatores dependem do investimento político, financeiro e social para funcionar. Já nas instituições privadas, é papel dos gestores colocar em pauta as discussões pertinentes às mudanças no setor.

Nesse cenário, os temas centrais das atuais discussões da área da saúde são:

 

  • O acesso a serviços qualificados,
  • O financiamento do sistema público,
  • A gestão clínica.

 

Por mais importantes que sejam esses temas, é preciso colocar na agenda assuntos que fazem parte da pauta mundial de melhoria da qualidade médico-assistencial e na segurança do paciente.

A crise do setor tem mobilizando as lideranças do segmento da saúde para a construção de uma estratégia focada na resolução desses pontos. Pensando nisso, nós elencamos algumas pautas relevantes para os gestores que querem dar prioridade à experiência de seus pacientes em sua agenda e à melhoria dos processos do setor. São elas:

 

  • Práticas diferenciadas para que as instituições trabalhem na análise  e resolução de eventos adversos graves, como queda de pacientes e erros de medicação.

 

  • Fortalecimento do processo de acreditação. Por se tratar de uma decisão estratégica com repercussão na sustentabilidade institucional, é importante seguir certos padrões de qualidade.

 

  • Estratégias de envolvimento e qualificação da equipe médica e assistencial nas ações de promoção de segurança do paciente, como por exemplo a lavagem de mãos e a realização de time-out no processo de cirurgia segura.

 

  • Criação e divulgação de indicadores de desfecho para as principais patologias, permitindo a sociedade que compare os principais resultados das organizações hospitalares.

Esses temas fazem parte das pautas principais que devem ser seguidas na agenda do médico gestor e organizações que entendem sua contribuição para o sistema da saúde como um todo.

O gestor, tanto na área administrativa quanto na área assistencial deve ser avaliado através de indicadores de sustentabilidade e também pelos resultados de processos de qualidade e segurança dos pacientes.

É preciso se engajar no movimento mundial por uma saúde com mais qualidade e por processos mais seguros para os pacientes. É importante refletir se está sendo dedicado o tempo necessário em sua agenda para essa nova pauta estratégica.

Nos próximos anos a qualidade e segurança dos pacientes será o principal diferencial estratégico de nossas clínicas e a condição primordial para a sustentabilidade para o modelo de negócio.

Qualidade assistencial e segurança do paciente não é um tema somente do médico e da equipe assistencial.

O gestor administrativo, financeiro e comercial deve aprofundar seus conhecimentos nesses temas. Ele é necessário e será um diferencial dos hospitais em um novo ambiente, com mais competição.

Confira os benefícios da agenda para clínica do Saúde Vianet.

O Software médico Saúde Vianet conta com o recurso de agenda online flexível, que permite que o gestor administre melhor seu tempo entre os atendimentos e a gestão da sua clínica.

Com esse recurso, o médico gestor pode organizar suas atividades para dar mais atenção às pautas de segurança do paciente e qualidade dos processos. Com boa parte dos processos automatizados, fica fácil dar conta de tudo o que é preciso para uma gestão de excelência.

Melhor Software Médico Saúde Vianet

“Recomendamos o Saúde Vianet pela primazia na qualidade e oferecimento de recursos no sistema que realmente fazem a diferença para os profissionais e gestores de saúde.”

Josenita Nascimento, Dentista e Empresária Grupo NOC – Consultoria para dentistas.

 

Quer gerir melhor suas prioridades como médico gestor? Cadastre-se no Saúde Vianet e teste grátis o software médico que traz resultados. 

E na sua clínica, quais são as prioridades na agenda do médico gestor?


Como sua clínica pode contribuir com a preservação do meio ambiente.

A sustentabilidade tem tudo a ver com a área médica. Alguns hospitais, clínicas e centros de saúde estão investindo em ações que, além de contribuir com a saúde dos pacientes e reduzir gastos, podem ajudar o meio ambiente.

Cada vez mais as pessoas e instituições voltam seu olhar para a preservação do planeta, procurando gerir o seu negócio com a preocupação de tornar sua atividade sustentável. Uma prática que, além de colaborar com a preservação do meio ambiente, implica em melhorias sociais e envolve questões financeiras, podendo gerar economia para o seu bolso.

É importante que as instituições repensem as suas prioridades para amenizar o impacto que elas causam no meio ambiente.

Respeitar o meio ambiente deve ser uma tarefa desenvolvida por todos, desde as pessoas, instituições e empresas. Vivemos em uma época que a sustentabilidade ambiental nos meios de produção é uma essência para a sobrevivência humana, e isso não é diferente no setor de saúde.

Incorporar a sustentabilidade nas decisões sobre os processos de uma clínica, pode diminuir o consumo de recursos naturais, a demanda por matéria-prima e assim ajudar a preservar o meio ambiente.

Existem algumas práticas de gestão para sua clínica que podem ajudar na preservação do meio ambiente.

Por mais que essas questões possam parecer complicadas, quando adotadas com consciência, acabam sendo realizadas com tranquilidade no dia a dia.

Atenção ao descarte correto dos resíduos.

O descarte de resíduos sólidos de materiais utilizados nos sistema de saúde já são regulamentados pela Anvisa e por legislações federais, portanto é necessário segui-los.

O PGRSS é um conjunto de procedimentos de gestão que visam o correto gerenciamento dos resíduos produzidos no estabelecimento. Tais procedimentos devem ser planejados e implementados a partir de bases científicas e técnicas, normativas e legais, a fim de minimizar a produção de resíduos e proporcionar a estes um encaminhamento seguro e de forma eficiente.

O objetivo é a proteção dos trabalhadores, a preservação da saúde pública, dos recursos naturais e do meio ambiente, obedecendo rigorosamente às legislações ANVISA RDC 306 e CONAMA 358.

Recolha as informações necessárias na Anvisa acerca das regras do seu negócio e procure regularizá-lo no órgão ambiental do seu município. Depois, prepare o Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde, pois todo serviço de saúde é obrigado por lei a planejar cada etapa dos procedimentos de geração, classificação e disposição final de seus resíduos de acordo com o tipo e o grau de risco.

Dessa forma, você fica resguardado e com a tranquilidade de que os resíduos produzidos no seu consultório tiveram o destino correto.

Além disso, torneiras e vasos sanitários automáticos, sistemas de captação de água da chuva e outras atitudes que colaboram com a economia de água agregam valor à imagem da clínica. Elas podem se destacar na comunidade.

Fazer a economia de papel.

Já parou para pensar em quanto papel você consome diariamente preenchendo os prontuários de seus pacientes?

Ao referir-se na economia de produtos, a redução do uso de papel nas rotinas hospitalares podem fazer uma grande diferença. O papel é, sem dúvida, o maior vilão das clínicas e consultórios, o que evidencia a necessidade de se utilizar um bom software de gestão.

Além de economizar e cuidar do meio ambiente, você ganhará agilidade na consulta, pois terá todas as informações armazenadas diretamente no computador, com a facilidade de ver todo o histórico dos pacientes nas próximas consultas, com o receituário, condutas e informações gerais do tratamento.

Entenda por que é tão importante ter um software para sua clínica.

Todos têm conhecimento que a produção massiva de papel afeta o meio ambiente pela alta retirada das árvores. Ao adotar esse sistema, a clínica está agindo com sustentabilidade.

Além disso, a sustentabilidade também pode ser financeira. Grandes empresas podem facilmente economizar muito utilizando menos papel. Hoje há os sistemas de gestão e agendamento online que podem ser extremamente úteis, inclusive mais que o papel.

Limpeza e Esterilização.

Optar por produtos de limpeza biodegradáveis é uma das medidas mais simples e que colaboram para diminuir o acúmulo de substâncias tóxicas na natureza.

Mas, engana-se quem pensa que essa é única vantagem desse tipo de produto. Os produtos biodegradáveis também costumam render mais (garantindo economia no fim do mês), limpar com mais eficiência (sem danificar superfícies) e têm menores chances de causar lesões e alergias na pele.

Se em sua clínica ou consultório houver equipamento de esterilização, lembre-se de que este deverá ser utilizado na capacidade máxima para evitar o desperdício.

Todas as clínicas que aderem às práticas ambientais estarão promovendo um diferencial na sociedade e podem ser amplamente reconhecidas por suas estratégias de sustentabilidade.

Mas para isso, é preciso que toda equipe esteja envolvida em desenvolver projetos de políticas de preservação ambiental. Nas grandes clínicas unir um pessoal que esteja a comando dessa responsabilidade social pode fazer uma grande diferença.

Pare e pense na rotina de sua clínica ou consultório, reúna os colaboradores e troque ideias para ver o que pode ser feito. A sustentabilidade está na ordem do dia e ao adotar determinadas práticas, além de zelar pelo bem-estar dos funcionários, sua clínica ou consultório estará colaborando com o meio onde está localizada, sendo bem vista e conceituada pela sociedade.


Como conciliar a maternidade e carreira na saúde.

Só quem é mãe sabe como é aquele aperto no coração na hora de ter que deixar o filho em casa pra ir trabalhar.

Se essa situação já é complicada quando se tem uma rotina definida, para as mães da área da saúde, com plantões incontáveis, consultas de emergência e cirurgias de última hora, o esforço de conciliar a carreira com a maternidade acaba sendo dobrado.

Perder datas importantes, ter que faltar a reuniões do colégio e ter que deixar os filhos doentes aos cuidados de outros é comum para mães que tentam conciliar a carreira com a maternidade.

As mães que trabalham fora acabam tendo que conciliar uma dupla jornada, equilibrando a vida profissional e a maternidade. Nesse cenário, a mãe pode achar que não vai dar conta, ou que vai prejudicar o desenvolvimento dos filhos.

A mulher muitas vezes se sente culpada, dividida, e ainda com as perspectivas atuais da política do nosso país, marcada com a instabilidade dos direitos trabalhistas e uma grande desigualdade profissional entre homens e mulheres, será que no final das contas é possível harmonizar a carreira com a maternidade?

 

 

Como conciliar a maternidade e a carreira na área da saúde

Por que a maternidade pode ser um desafio na carreira?

Se tornar mãe ainda é uma complicação para as diferentes profissões existentes tanto no mercado privado quanto no mercado público, e uma preocupação da maioria das mulheres que iniciam sua vida profissional.

Na raiz da questão está a divisão sexual do trabalho, expressão que representa a ideia de que existem funções “de mulher” e “de homem” na nossa sociedade.

Ser mãe, cuidar dos filhos e da casa são exemplos de atribuições socialmente femininas, enquanto fazer manutenções no lar, ganhar dinheiro e liderar a família seriam tradicionalmente tarefas masculinas. Conceitos que, a cada, dia têm sido desconstruídos (ainda bem!).

A partir do momento em que se tornam mães, as mulheres passam a ter horários de chegada e saída no trabalho mais rígidos, pois normalmente se adequam à rotina das crianças. Além disso, a possibilidade para viagens se reduz e a disponibilidade para levar trabalho para casa também.

Todas essas mudanças podem ser interpretadas pela chefia e pela equipe como motivos para queda no rendimento profissional, justificando uma estagnação na carreira e dificultando uma promoção.

E como se não bastasse, a lei brasileira contribui para que a obrigação de cuidar da criança não seja compartilhada, já que a licença paternidade é somente de vinte dias.

 

 

Como conciliar a maternidade e a carreira na área da saúde

Algumas dicas para conciliar a carreira e a maternidade

Mesmo com todas as adversidades que as mães podem encontrar no mercado de trabalho, muitas delas que decidem conciliar a carreira com a maternidade acabam vencendo os obstáculos conseguindo manter sua produtividade mesmo com a responsabilidade de educar e cuidar de seus filhos em tempo integral. Essas mulheres, que são exemplo de conduta de trabalho, sabem equilibrar perfeitamente a vida pessoal e profissional.

Nós da SVianet conhecemos bem o cotidiano de várias clínicas e consultório em todo o Brasil, e também sabemos que os desafios de gestão podem se tornar grandes oportunidades de sucesso.

Em homenagem às mães – e a todas as mulheres – que se esforçam diariamente para otimizar seu serviço, seja cuidando de seus filhos ou atendendo aos seus pacientes, nós preparamos algumas dicas importantes para quem deseja conciliar a maternidade e a carreira na área da saúde:

 

 

Como conciliar a maternidade e a carreira na área da saúde

Projete o seu futuro – e o futuro de seu filho.

Educação é um trabalho de uma vida inteira. Você dificilmente vai “tirar férias” do cargo de mãe, e esse trabalho levará anos para ser concluído.

Conseguir projetar o seu futuro e o futuro de suas crianças é a dica mais importante para as mães de primeira viagem. Trabalhar focada em dar aos seus filhos um futuro melhor e mais estável é uma ótima forma de se motivar quando você tem que deixar o pequeno em casa para cumprir seu expediente.

A medida que o tempo passa, as crianças vão precisando de atenção em aspectos diferentes de suas vidas. Planejar sua renda para o investimento na educação, ou programar uma viagem de final de ano para um lugar especial são boas maneiras de estar presente na criação de seus filhos a longo prazo.

Se no começo dessa experiência o aperto no coração for grande, lembre-se que conciliar a carreira e a maternidade é mais difícil para as mães do que para os filhos. Muitas vezes nós subestimamos a capacidade de adaptação dos pequenos.

 

Lute por seus direitos.

A visibilidade da luta dos direitos das mulheres no mercado de trabalho tem aumentado significativamente nos últimos anos, mas para caminharmos rumo a igualdade plena entre mães e pais, principalmente em relação às trajetórias e decisões em suas carreiras, serão necessárias grandes mudanças que só serão possíveis se todas as mulheres lutarem juntas por seus direitos.

A legislação trabalhista brasileira vem passando por mudanças drásticas com a nova reforma que entrou em vigor em novembro de 2017, que além de realizar alterações que dizem explicitamente respeito a mulheres gestantes ou com filhos pequenos, tende a prejudicar de forma mais intensa aqueles em pior posição no mercado de trabalho e com menos condições de negociar com os patrões.

Um dos pontos da reforma que ainda precisa ser implementado via medida provisória atinge precisamente as mães: O governo pretende permitir que gestantes e lactantes trabalhem em locais de insalubridade, como hospitais, se houver autorização de um médico, mesmo havendo uma lei de 2016 veta o trabalho de gestantes e lactantes nesse tipo de situação.

As mães e mulheres que pretendem abraçar a maternidade devem exigir mais políticas públicas para a família, uma maior desconstrução cultural das expectativas sociais relacionadas aos gêneros e uma nova divisão das tarefas domésticas entre as pessoas que habitam a casa, não mais somente entre as figuras femininas.

 

Fique atenta ao seu ambiente de trabalho.

O ambiente de trabalho pode ser um grande influenciador no equilíbrio entre vida pessoal e vida profissional.

As mulheres geralmente são as principais cuidadoras de crianças e idosos na maioria dos países, e um estabelecimento que não oferece as devidas condições de flexibilidade e compreensão às profissionais que precisam estar conectadas com a sua casa o tempo todo podem não ser o melhor lugar para construir uma carreira.

Um bom ambiente de trabalho deve garantir opções de cuidado infantil favoráveis,  ininterruptas e adequadas. É papel da gestão da clínica desenvolver diretrizes sobre a implementação de políticas de equilíbrio da vida profissional, e atitudes como oferecer  mentoria para mulheres que passam por uma transição tão importante como a maternidade são alavancas importantes para garantir uma progressão sustentada na carreira em direção à administração.

As empresas também devem se preocupar com a maternidade além das mulheres e oferecem licença parental, horário de trabalho flexível e outro equilíbrio entre vida profissional e pessoal para que os homens possam dividir com suas parceiras a responsabilidade dos cuidados de uma criança.

Saiba mais sobre os desafios e soluções de gestão para clínicas.

 

 

Como conciliar a maternidade e a carreira na área da saúde

Conte com a tecnologia.

A medida que a tecnologia avança, se integrando em diversas indústrias e áreas de atuação, ela afeta os trabalhadores e a dinâmica de lacuna entre os gêneros de várias maneiras.

Felizmente, muitos dos impulsionadores atuais esperados da tecnologia têm o potencial de permitir o estreitamento das lacunas de gênero na indústria.

Em nossas casas, o trabalho doméstico pode ser ainda mais automatizado, aliviando algumas das atuais dificuldades que as mulheres enfrentam e permitindo que utilizem suas habilidades na economia formal, trabalhando fora de casa e contando com recursos mais sofisticados de gestão doméstica.

No ambiente profissional não é diferente, uma vez que os consultórios estão adotando cada vez mais formas de automatização de atendimento e gestão.

Com o implemento de software de gestão em clínicas as funções de atendimento ficam mais objetivas, permitindo que o tempo de trabalho seja melhor aproveitado pelas mães.

Esse avanço tecnológico acaba evitando que elas tenham problemas de produtividade por conta de horários limitados ou por se verem muito atarefadas com obrigações da maternidade.

Entenda por que é tão importante ter um software para sua clínica.

 

Tenha mais flexibilidade.

Programar e organizar cada passo, na medida do possível, é um caminho adotado pelas mulheres que querem continuar a trabalhar e não abrem mão de serem mães.

Em muitos casos de profissionais que vivem a maternidade, as suas agendas são suas maiores aliadas. Quando se tem um cargo integral de mãe, onde emergências e mudanças na rotina podem ser tão comum quanto na carreira médica, conseguir ter flexibilidade para administrar sua agenda é fundamental.

As mães precisam ter o dobro de atenção aos seus compromissos e obrigações, e na hora de se organizar, um software que tenha recursos práticos de agenda pode ser um diferencial.

Com o SVianet, as mães podem contar com uma agenda online para organizar seus atendimentos, e os recursos de comunicação com seus pacientes podem evitar faltas indesejadas.

O software da SVianet também possibilita o auto-agendamento online,  recurso indispensável para quem precisa de mais praticidade na hora de organizar o seu dia-a-dia.

Confira 6 dicas infalíveis para gerenciar a agenda de pacientes


 

E você? Já passou por alguma situação durante a maternidade que colocou sua carreira a prova? Tem alguma dica para dar às mães de primeira viagem ou tem alguma dúvida sobre como equilibrar a vida pessoal e profissional? Deixe seu comentário aqui em baixo.

Entre em contato conosco para saber como nossas soluções podem otimizar a gestão de seu consultório e te ajudar a conciliar a maternidade com a carreira na saúde. Faça um teste grátis.

 

 


consultas virtuais

74% dos pacientes estão abertos para consultas virtuais

Um relatório global da Cisco sobre a experiência de clientes da área de saúde (Cisco Customer Experience Report) revela que 74% dos consumidores dizem estar abertos ao atendimento médico virtual, percentual um pouco maior no Brasil, com 76%.

Quando perguntados sobre a relação entre contato pessoal e qualidade da assistência médica, 84% dos consumidores no Brasil afirmaram estar mais preocupados com a qualidade da assistência do que com a presença física do médico na consulta.

O estudo analisou a opinião dos consumidores e tomadores de decisão de saúde (HCDM´s “health care decision makers”) de dez países, entre eles o Brasil. Os resultados demonstram que com o uso da tecnologia, a largura de banda e a integração em rede se tornando cada vez mais presente na rotina das pessoas, tanto o aspecto humano quanto o digital passaram a fazer parte da experiência de pacientes.

A pesquisa analisou a opinião de consumidores e profissionais do setor de saúde sobre o compartilhamento dos dados pessoais de pacientes, consultas médicas presenciais e comparou com atendimento remoto e o uso da tecnologia para fazer recomendações sobre a saúde individual. A opinião nestes tópicos foi bastante diferente nos dois grupos (consumidores e profissionais de saúde) e nas dez regiões geográficas analisadas.

O relatório revelou aumento do interesse no acesso à informação de saúde em dispositivos móveis. No Brasil, 42% dos consumidores procuram informações médicas via dispositivos móveis e 34% checam resultados de laboratório antes de ir a consultas médicas. Os consumidores do país também têm interesse em receber recomendações médicas via tecnologia: 76% dos entrevistados gostariam de receber mais indicações sobre saúde nos seus computadores ou dispositivos móveis (o maior índice de todos os países).

O relatório global realizado no início de 2013 analisou a resposta de 1.547 consumidores e profissionais de saúde dos EUA, Canadá, México, Brasil, Reino Unido, Alemanha, Rússia, China, Índia e Japão.

 

Privacidade e Serviço Pessoal

Em geral, os profissionais de saúde estão mais dispostos a compartilhar a informação pessoal e privada do que os pacientes e outros cidadãos. O grau com o qual todos os médicos, pacientes e cidadãos estão dispostos a compartilhar a informação pessoal de saúde e melhorar a qualidade do cuidado varia de acordo com a região geográfica.

 

Principais resultados

  • A maioria dos consumidores se sente à vontade em disponibilizar de forma segura na nuvem a informação de saúde , com exceção de consumidores da Alemanha e Japão;
  • Quase metade dos consumidores e 2/3 dos profissionais de saúde pesquisados se sentem à vontade para compartilhar e receber informação de saúde através de canais de mídia social;
  • A maioria dos consumidores da América do Norte – cerca de 80% – se sente à vontade em enviar o histórico médico completo e diagnósticos para que as operadoras de saúde tenham a informação disponível para tratá-los e oferecer o diagnóstico mais pessoal possível. Com relação à submeter a amostra de DNA para os médicos ou outros profissionais de saúde, 78% dos consumidores globais se sentem à vontade com esta ideia. Este índice no Brasil chega a 88%;
  • Embora cerca de metade dos profissionais de saúde acredite que a proteção dos dados seja adequada à privacidade de informações de saúde e médicos em seus países, menos da metade dos consumidores acredita que essa proteção seja adequada. A grande diferença entre a opinião de consumidores e profissionais da saúde é encontrada no Brasil, onde aproximadamente 2/3 dos consumidores acham que a proteção é adequada, mas entre 8 e 10% dos profissionais de saúde acham que não é adequada. Nos EUA, cerca de 60% dos profissionais de saúde acreditam na proteção, mas apenas 40% dos consumidores concordam com esta opinião.

Principais resultados:

  • Quase 3/4 (74%) dos consumidores indicam se sentir a vontade com a ideia de se comunicar com o médico usando a tecnologia ao invés de uma consulta presencial;
  • Na China, Rússia e México, também quase 3/4 dos consumidores se sentem confortáveis de se comunicar com um especialista via tecnologia virtual (ex. bate-papo por vídeo e torpedos) para falar sobre sua condição médica;
  • Mais de 60% dos consumidores da Alemanha, Japão e EUA se sentem a vontade com a ideia de receber tratamento por um especialista através da tecnologia virtual;
  • Os pacientes e cidadãos estão dispostos a abrir mão de qualquer coisa, incluindo custo, conveniência e viagem para receber tratamento de um renomado provedor de saúde, tendo acesso ao cuidado e experiência de confiança;
  • No Brasil, os consumidores estão mais preocupados com a qualidade da assistência médica do que com o contato humano: 84% dos consumidores no Brasil dão mais importância à qualidade da assistência do que a presença física do médico na consulta. O Brasil se equipara apenas à Rússia neste aspecto.

Fonte: Saude Web


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