Médicos executivos: 5 características de liderança necessárias.

Os médicos executivos atuam tanto na área de saúde ligada diretamente com o paciente, quanto na gestão das clínicas.

A medicina vive um momento de mudança. O trabalho dos médicos cada vez mais merge com o trabalho de gestão. Médicos empreendedores e executivos são cada vez mais comuns. Entretanto, o aumento das funções faz necessário a adaptação do médico ao meio empresarial.

Veja 5 características necessárias para médicos executivos

1. Capacidade do médico executivo de adotar uma abordagem focada no paciente.

Para a liderança médica ser eficaz, uma das capacidades essenciais é a de ter uma abordagem focada no atendimento do cliente, nesse caso, o paciente. Olhar pela perspectiva do paciente é fundamental para otimizar o atendimento. O paciente é a pessoa mais importante no ambiente médico. Sem ele, a clínica médica não existe. Focar o atendimento no paciente, significa acompanhar toda a assistência que o mesmo tem. Desde o momento em que entra pela porta, é atendido na recepção, até o momento em que vai embora. Todo o tempo que o paciente passa dentro da clínica é importante para a sua experiência e para o aprimoramento da liderança médica. Uma vez que a melhora pode ser constante.

2. Capacidade de otimizar o trabalho do corpo clínico.

Sendo a primeira prioridade do médico executivo o paciente, a gestão vai sempre passar os direcionamentos para o corpo clínico, e assim medicar a assistência do paciente. Sendo assim, a segunda prioridade dos médicos executivos é a de evitar que o corpo clínico entre em um estágio de burnout, ou seja, esgotamento por excesso de trabalho. O médico gestor deve ser muito cuidadoso com seu corpo clínico, pois ele é a “frente de batalha” da clínica, portanto gerir a saúde e o funcionamento dele como um todo é primordial para a liderança médica.

3. Capacidade de criar um ambiente colaborativo que valoriza o alinhamento entre a empresa e o médico.

A liderança médica envolve o planejamento e o desenvolvimento de um ambiente acolhedor e hospitaleiro para os médicos da clínica. O líder não pode se distanciar da clínica por fazer parte de um setor corporativo. É relevante que o médico executivo se coloque no ambiente e compreenda a importância de um ambiente saudável.
O médico executivo também fica responsável por permitir que os médicos da clínica tenham voz ativa para falar sobre suas ideias. Afinal, é ele que está no dia a dia da clínica. Além disso, fornecer recursos quando necessário.

4. Capacidade de mudar de autonomia para alinhamento.

Os médicos executivos que trabalham na profissão há certo tempo, tem o costume de serem guiados pela autonomia. Ou seja, estão acostumados a tomarem decisões sozinhos e não necessariamente ter a habilidade de trabalhar em equipe.
Quando se fala em alinhamento, se pensa em um trabalho em equipe para o bem da clínica como um todo. Mudar esse posicionamento de autônomo para alinhado requer da liderança médica a definição dos objetivos de onde a gestão pretende chegar.
Prezando sempre por Qualidade, Segurança, Experiência do Paciente, Envolvimento da Equipe e do Médico e o Equilíbrio Financeiro. Mantendo essas cinco características em mente é possível identificar as métricas de onde a gestão quer ir, e em equipe, alinhar as estratégias para alcançá-las.

5. Capacidade de acolher rupturas inovadoras e se adapta a mudanças.

Pensando na clínica como uma empresa, é fundamental que os processos e produtos oferecidos sejam sempre atualizados para o que existe de mais moderno.
Os médicos executivos devem ter em mente que a experiência do paciente e dos médicos do corpo clínico podem sempre ser aperfeiçoadas. A busca por melhorias deve ser constante. A incorporação da tecnologia no setor médico é um exemplo de como as inovações surgem a todo momento. Estar apto para se adaptar a essas mudanças é um foco imprescindível da liderança médica.

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Gestão de clínicas com foco em pacientes: 5 dica infalíveis.

A partir do avanço tecnológico e midiático, os serviços tendem a desenvolver cada vez mais uma didática voltada ao ser humano. Nesse sentido, a mudança na gestão de clínicas médicas é direcionada à relação com os pacientes.

Para melhorar essa relação médico – paciente, entender o público alvo é uma necessidade. Ter as definições de faixa etária, gênero e classe social, podem facilitar o melhor atendimento dos pacientes. Além de estabelecer maior confiança entre paciente e médico, tornando possível um melhor diagnóstico e tratamento. Isso atrelado a concorrência de mercado gera a necessidade de uma melhor gestão de clínicas com foco nos pacientes.

Veja agora 5 dicas de gestão de clínicas com foco em pacientes.

1. Estabelecer uma conexão com as pessoas.

Manter o foco nos pacientes é o primeiro passo, estabelecer uma conexão com a pessoa é um nível além do primeiro contato. Pode parecer óbvio, mas nem sempre é um objetivo dos profissionais da área.

Procure ouvir o paciente, e o contexto no qual o mesmo está envolvido. Seja ele familiar, social ou até mesmo profissional. A saúde do paciente é um reflexo de sua vida. Ou seja, entender o paciente e sua vivência permite tanto ajudá-lo e estabelecer a confiança necessária entre médico-paciente.

2. Invista no seu consultório.

O consultório é o primeiro contato que o paciente tem com o médico. Assim, é importante que o mesmo esteja sempre a favor do paciente.

A sala de espera é o ambiente onde o paciente aguarda para ser atendido. Utilize poltronas ou estofados confortáveis, mantenha as revistas atualizadas e a televisão ligada, para distrações em caso de atrasos. Tudo para gerar conforto aos pacientes e seus acompanhantes.

3. Tenha uma equipe bem preparada.

Uma clínica médica é acima de tudo uma empresa, e como qualquer outra, a equipe é o coração da organização. Portanto, a escolha da equipe presente na clínica é imprescindível para estabelecer uma melhor relação médico-paciente.

Lembre-se que a recepção é o primeiro contato que o paciente tem com você, ou seja, a atuação desse setor é crucial, pois a primeira impressão para o público vem do seu contato com a recepção. Portanto, o treinamento e o preparo da equipe é muito importante.

4. Procure ser paciente.

Ter paciência é uma característica importante e deve ser inerente ao profissional da saúde, bem como todo o Corpo Clínico presente no consultório. É necessário lembrar que o paciente já está sobre pressão e muitos sentem-se extremamente ansiosos apenas pelo fato de terem uma consulta agendada.

Por isso é de extrema importância trabalhar a sua capacidade empática e ser paciente afim de ter um atendimento eficaz e focado no paciente.

5. Utilize um bom software de gestão de clínicas.

Já falamos antes sobre a importância de saber utilizar a tecnologia a nosso favor. Quanto a relação médico-paciente, um bom software de gestão clínicas tende a otimizar os processos e estreitar as relações.

Recursos como o Prontuário Eletrônico de Pacientes (PEP) são uma ferramenta que pode cumprir essa tarefa. O PEP é um instrumento adequado para o cadastro de informações de pacientes. Auxiliando na melhor gestão clínica voltada para o melhor atendimento ao paciente.

Essas são cinco dicas infalíveis para otimizar o seu contato com o paciente. Seguindo essas etapas, você consegue tanto desenvolver seu atendimento quanto satisfazer seu público nesse ramo tão competitivo.

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Agenda do médico gestor: Quais são as prioridades?

Pensando na melhoria da qualidade médico-assistencial e na segurança do paciente, quais devem ser as prioridades na agenda do médico gestor?

O momento da saúde no Brasil passa por grandes desafios. Enquanto o sistema de saúde pública, que tem a pretensão de atender a todos os brasileiros, sem distinção, enfrenta falhas em seus principais programas, na saúde privada, segundo dados da ANS vemos um significativo crescimento de beneficiários de plano de saúde. Para oferecer serviços de saúde de qualidade é necessário que as instituições invistam em três frentes fundamentais: uma rede integrada de atendimento familiar e comunitário, gestão rígida de contratos e bases de dados informatizadas. Mas como implementar essas pautas na agenda do médico gestor?

No sistema público de saúde, esses fatores dependem do investimento político, financeiro e social para funcionar. Já nas instituições privadas, é papel dos gestores colocar em pauta as discussões pertinentes às mudanças no setor.

Nesse cenário, os temas centrais das atuais discussões da área da saúde são:

 

  • O acesso a serviços qualificados,
  • O financiamento do sistema público,
  • A gestão clínica.

 

Por mais importantes que sejam esses temas, é preciso colocar na agenda assuntos que fazem parte da pauta mundial de melhoria da qualidade médico-assistencial e na segurança do paciente.

A crise do setor tem mobilizando as lideranças do segmento da saúde para a construção de uma estratégia focada na resolução desses pontos. Pensando nisso, nós elencamos algumas pautas relevantes para os gestores que querem dar prioridade à experiência de seus pacientes em sua agenda e à melhoria dos processos do setor. São elas:

 

  • Práticas diferenciadas para que as instituições trabalhem na análise  e resolução de eventos adversos graves, como queda de pacientes e erros de medicação.

 

  • Fortalecimento do processo de acreditação. Por se tratar de uma decisão estratégica com repercussão na sustentabilidade institucional, é importante seguir certos padrões de qualidade.

 

  • Estratégias de envolvimento e qualificação da equipe médica e assistencial nas ações de promoção de segurança do paciente, como por exemplo a lavagem de mãos e a realização de time-out no processo de cirurgia segura.

 

  • Criação e divulgação de indicadores de desfecho para as principais patologias, permitindo a sociedade que compare os principais resultados das organizações hospitalares.

Esses temas fazem parte das pautas principais que devem ser seguidas na agenda do médico gestor e organizações que entendem sua contribuição para o sistema da saúde como um todo.

O gestor, tanto na área administrativa quanto na área assistencial deve ser avaliado através de indicadores de sustentabilidade e também pelos resultados de processos de qualidade e segurança dos pacientes.

É preciso se engajar no movimento mundial por uma saúde com mais qualidade e por processos mais seguros para os pacientes. É importante refletir se está sendo dedicado o tempo necessário em sua agenda para essa nova pauta estratégica.

Nos próximos anos a qualidade e segurança dos pacientes será o principal diferencial estratégico de nossas clínicas e a condição primordial para a sustentabilidade para o modelo de negócio.

Qualidade assistencial e segurança do paciente não é um tema somente do médico e da equipe assistencial.

O gestor administrativo, financeiro e comercial deve aprofundar seus conhecimentos nesses temas. Ele é necessário e será um diferencial dos hospitais em um novo ambiente, com mais competição.

Confira os benefícios da agenda para clínica do Saúde Vianet.

O Software médico Saúde Vianet conta com o recurso de agenda online flexível, que permite que o gestor administre melhor seu tempo entre os atendimentos e a gestão da sua clínica.

Com esse recurso, o médico gestor pode organizar suas atividades para dar mais atenção às pautas de segurança do paciente e qualidade dos processos. Com boa parte dos processos automatizados, fica fácil dar conta de tudo o que é preciso para uma gestão de excelência.

Melhor Software Médico Saúde Vianet

“Recomendamos o Saúde Vianet pela primazia na qualidade e oferecimento de recursos no sistema que realmente fazem a diferença para os profissionais e gestores de saúde.”

Josenita Nascimento, Dentista e Empresária Grupo NOC – Consultoria para dentistas.

 

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E na sua clínica, quais são as prioridades na agenda do médico gestor?


Como conciliar a maternidade e carreira na saúde.

Só quem é mãe sabe como é aquele aperto no coração na hora de ter que deixar o filho em casa pra ir trabalhar.

Se essa situação já é complicada quando se tem uma rotina definida, para as mães da área da saúde, com plantões incontáveis, consultas de emergência e cirurgias de última hora, o esforço de conciliar a carreira com a maternidade acaba sendo dobrado.

Perder datas importantes, ter que faltar a reuniões do colégio e ter que deixar os filhos doentes aos cuidados de outros é comum para mães que tentam conciliar a carreira com a maternidade.

As mães que trabalham fora acabam tendo que conciliar uma dupla jornada, equilibrando a vida profissional e a maternidade. Nesse cenário, a mãe pode achar que não vai dar conta, ou que vai prejudicar o desenvolvimento dos filhos.

A mulher muitas vezes se sente culpada, dividida, e ainda com as perspectivas atuais da política do nosso país, marcada com a instabilidade dos direitos trabalhistas e uma grande desigualdade profissional entre homens e mulheres, será que no final das contas é possível harmonizar a carreira com a maternidade?

 

 

Como conciliar a maternidade e a carreira na área da saúde

Por que a maternidade pode ser um desafio na carreira?

Se tornar mãe ainda é uma complicação para as diferentes profissões existentes tanto no mercado privado quanto no mercado público, e uma preocupação da maioria das mulheres que iniciam sua vida profissional.

Na raiz da questão está a divisão sexual do trabalho, expressão que representa a ideia de que existem funções “de mulher” e “de homem” na nossa sociedade.

Ser mãe, cuidar dos filhos e da casa são exemplos de atribuições socialmente femininas, enquanto fazer manutenções no lar, ganhar dinheiro e liderar a família seriam tradicionalmente tarefas masculinas. Conceitos que, a cada, dia têm sido desconstruídos (ainda bem!).

A partir do momento em que se tornam mães, as mulheres passam a ter horários de chegada e saída no trabalho mais rígidos, pois normalmente se adequam à rotina das crianças. Além disso, a possibilidade para viagens se reduz e a disponibilidade para levar trabalho para casa também.

Todas essas mudanças podem ser interpretadas pela chefia e pela equipe como motivos para queda no rendimento profissional, justificando uma estagnação na carreira e dificultando uma promoção.

E como se não bastasse, a lei brasileira contribui para que a obrigação de cuidar da criança não seja compartilhada, já que a licença paternidade é somente de vinte dias.

 

 

Como conciliar a maternidade e a carreira na área da saúde

Algumas dicas para conciliar a carreira e a maternidade

Mesmo com todas as adversidades que as mães podem encontrar no mercado de trabalho, muitas delas que decidem conciliar a carreira com a maternidade acabam vencendo os obstáculos conseguindo manter sua produtividade mesmo com a responsabilidade de educar e cuidar de seus filhos em tempo integral. Essas mulheres, que são exemplo de conduta de trabalho, sabem equilibrar perfeitamente a vida pessoal e profissional.

Nós da SVianet conhecemos bem o cotidiano de várias clínicas e consultório em todo o Brasil, e também sabemos que os desafios de gestão podem se tornar grandes oportunidades de sucesso.

Em homenagem às mães – e a todas as mulheres – que se esforçam diariamente para otimizar seu serviço, seja cuidando de seus filhos ou atendendo aos seus pacientes, nós preparamos algumas dicas importantes para quem deseja conciliar a maternidade e a carreira na área da saúde:

 

 

Como conciliar a maternidade e a carreira na área da saúde

Projete o seu futuro – e o futuro de seu filho.

Educação é um trabalho de uma vida inteira. Você dificilmente vai “tirar férias” do cargo de mãe, e esse trabalho levará anos para ser concluído.

Conseguir projetar o seu futuro e o futuro de suas crianças é a dica mais importante para as mães de primeira viagem. Trabalhar focada em dar aos seus filhos um futuro melhor e mais estável é uma ótima forma de se motivar quando você tem que deixar o pequeno em casa para cumprir seu expediente.

A medida que o tempo passa, as crianças vão precisando de atenção em aspectos diferentes de suas vidas. Planejar sua renda para o investimento na educação, ou programar uma viagem de final de ano para um lugar especial são boas maneiras de estar presente na criação de seus filhos a longo prazo.

Se no começo dessa experiência o aperto no coração for grande, lembre-se que conciliar a carreira e a maternidade é mais difícil para as mães do que para os filhos. Muitas vezes nós subestimamos a capacidade de adaptação dos pequenos.

 

Lute por seus direitos.

A visibilidade da luta dos direitos das mulheres no mercado de trabalho tem aumentado significativamente nos últimos anos, mas para caminharmos rumo a igualdade plena entre mães e pais, principalmente em relação às trajetórias e decisões em suas carreiras, serão necessárias grandes mudanças que só serão possíveis se todas as mulheres lutarem juntas por seus direitos.

A legislação trabalhista brasileira vem passando por mudanças drásticas com a nova reforma que entrou em vigor em novembro de 2017, que além de realizar alterações que dizem explicitamente respeito a mulheres gestantes ou com filhos pequenos, tende a prejudicar de forma mais intensa aqueles em pior posição no mercado de trabalho e com menos condições de negociar com os patrões.

Um dos pontos da reforma que ainda precisa ser implementado via medida provisória atinge precisamente as mães: O governo pretende permitir que gestantes e lactantes trabalhem em locais de insalubridade, como hospitais, se houver autorização de um médico, mesmo havendo uma lei de 2016 veta o trabalho de gestantes e lactantes nesse tipo de situação.

As mães e mulheres que pretendem abraçar a maternidade devem exigir mais políticas públicas para a família, uma maior desconstrução cultural das expectativas sociais relacionadas aos gêneros e uma nova divisão das tarefas domésticas entre as pessoas que habitam a casa, não mais somente entre as figuras femininas.

 

Fique atenta ao seu ambiente de trabalho.

O ambiente de trabalho pode ser um grande influenciador no equilíbrio entre vida pessoal e vida profissional.

As mulheres geralmente são as principais cuidadoras de crianças e idosos na maioria dos países, e um estabelecimento que não oferece as devidas condições de flexibilidade e compreensão às profissionais que precisam estar conectadas com a sua casa o tempo todo podem não ser o melhor lugar para construir uma carreira.

Um bom ambiente de trabalho deve garantir opções de cuidado infantil favoráveis,  ininterruptas e adequadas. É papel da gestão da clínica desenvolver diretrizes sobre a implementação de políticas de equilíbrio da vida profissional, e atitudes como oferecer  mentoria para mulheres que passam por uma transição tão importante como a maternidade são alavancas importantes para garantir uma progressão sustentada na carreira em direção à administração.

As empresas também devem se preocupar com a maternidade além das mulheres e oferecem licença parental, horário de trabalho flexível e outro equilíbrio entre vida profissional e pessoal para que os homens possam dividir com suas parceiras a responsabilidade dos cuidados de uma criança.

Saiba mais sobre os desafios e soluções de gestão para clínicas.

 

 

Como conciliar a maternidade e a carreira na área da saúde

Conte com a tecnologia.

A medida que a tecnologia avança, se integrando em diversas indústrias e áreas de atuação, ela afeta os trabalhadores e a dinâmica de lacuna entre os gêneros de várias maneiras.

Felizmente, muitos dos impulsionadores atuais esperados da tecnologia têm o potencial de permitir o estreitamento das lacunas de gênero na indústria.

Em nossas casas, o trabalho doméstico pode ser ainda mais automatizado, aliviando algumas das atuais dificuldades que as mulheres enfrentam e permitindo que utilizem suas habilidades na economia formal, trabalhando fora de casa e contando com recursos mais sofisticados de gestão doméstica.

No ambiente profissional não é diferente, uma vez que os consultórios estão adotando cada vez mais formas de automatização de atendimento e gestão.

Com o implemento de software de gestão em clínicas as funções de atendimento ficam mais objetivas, permitindo que o tempo de trabalho seja melhor aproveitado pelas mães.

Esse avanço tecnológico acaba evitando que elas tenham problemas de produtividade por conta de horários limitados ou por se verem muito atarefadas com obrigações da maternidade.

Entenda por que é tão importante ter um software para sua clínica.

 

Tenha mais flexibilidade.

Programar e organizar cada passo, na medida do possível, é um caminho adotado pelas mulheres que querem continuar a trabalhar e não abrem mão de serem mães.

Em muitos casos de profissionais que vivem a maternidade, as suas agendas são suas maiores aliadas. Quando se tem um cargo integral de mãe, onde emergências e mudanças na rotina podem ser tão comum quanto na carreira médica, conseguir ter flexibilidade para administrar sua agenda é fundamental.

As mães precisam ter o dobro de atenção aos seus compromissos e obrigações, e na hora de se organizar, um software que tenha recursos práticos de agenda pode ser um diferencial.

Com o SVianet, as mães podem contar com uma agenda online para organizar seus atendimentos, e os recursos de comunicação com seus pacientes podem evitar faltas indesejadas.

O software da SVianet também possibilita o auto-agendamento online,  recurso indispensável para quem precisa de mais praticidade na hora de organizar o seu dia-a-dia.

Confira 6 dicas infalíveis para gerenciar a agenda de pacientes


 

E você? Já passou por alguma situação durante a maternidade que colocou sua carreira a prova? Tem alguma dica para dar às mães de primeira viagem ou tem alguma dúvida sobre como equilibrar a vida pessoal e profissional? Deixe seu comentário aqui em baixo.

Entre em contato conosco para saber como nossas soluções podem otimizar a gestão de seu consultório e te ajudar a conciliar a maternidade com a carreira na saúde. Faça um teste grátis.

 

 


Ideias para gerir equipe

9 ideias para gerir equipe e encantar seus pacientes

Investir em ideias para gerir equipe resulta em um maior encantamento dos pacientes, aumentando o fluxo de consultas e, consequentemente, em um maior retorno financeiro.

Com este foco em mente, todas  as empresas de saúde precisam realizar uma gestão eficiente da sua equipe para conseguir alcançar excelência operacional e proporcionar mais motivação aos seus colaboradores.

Nesse contexto, é fundamental implementar ações, orientadas por estratégias de gestão, que aumentem e qualifiquem a produtividade e ofereçam um ambiente mais dinâmico e receptivo, tanto para colaboradores quanto para pacientes.

Explore 9 ideias para gerir equipe e encantar seus pacientes

Uma gestão de equipe qualificada requer do seu gestor uma busca incessante de pontos de diferenciação em relação aos seus concorrentes.

Muitos estabelecimentos pecam ao buscar esta diferenciação nas soluções mais óbvias (que, na realidade, são pré-requisitos de qualquer estabelecimento que se preze!), como investimentos em melhorias das instalações, em equipamentos mais modernos, ou qualificação da equipe de atendimento.

Essa linha de raciocínio é importante, também. Mas o gestor precisa ir além dela, proporcionando aos pacientes um encantamento que ultrapasse toda essa estrutura e que os leve a perceber maior credibilidade e, consequentemente, gere mais fidelização ao estabelecimento.

Confira, abaixo, 9 ideias fundamentais para gerir equipes e encantar pacientes, seja qual for a sua área de atuação em saúde, seja qual for o tamanho do seu empreendimento:

#1 Forme um time qualificado

Para conseguir comandar de forma mais eficiente a sua equipe, o gestor deve investir pesado no processo de recrutamento e garantir que os funcionários atendam aos requisitos exigidos, e estejam de acordo com a cultura organizacional.
Além disso, para formar uma boa equipe, o gestor deve alinhar profissionais com características e habilidades distintas, porém, complementares. Isso permite a formação de uma equipe mais forte e capaz de suprir as necessidades da empresa.

#2 Aprimore a comunicação entre os funcionários

A boa comunicação é primordial em qualquer área da saúde. Estabelecer uma forma simples e eficaz de comunicação entre o gestor e a equipe, e entre os membros da equipe entre si, traz grandes benefícios em relação à otimização do tempo e de recursos financeiros.

Por isso, escolha o melhor meio de comunicação possível para utilizar com toda a sua equipe. Teste as atuais opções disponíveis, como os aplicativos de mensagens instantâneas, e escolha a que melhor supre as necessidades do estabelecimento.

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#3 Elabore uma cultura organizacional

A cultura organizacional caracteriza-se pelo conjunto das normas que norteiam a ação dos colaboradores dentro do ambiente de trabalho. O gestor deve investir no fortalecimento dessa cultura e garantir que a sua equipe esteja alinhada com a missão, visão e valores, a fim de incentivar o crescimento da organização.

#4 Estabeleça metas

Arquitetar metas ajuda na mensuração do desempenho de cada componente da equipe e permite que o gestor identifique qual é o setor da empresa que necessita de mais investimento e/ou mais atenção, em um determinado momento.

Estabelecer objetivos também induz uma maior motivação na equipe, que passa a entender melhor a sua função dentro da organização e qual sua importância para o desenvolvimento da empresa.

#5 Mantenha a equipe unida

O gestor deve proporcionar a união da equipe para conseguir manter um clima organizacional harmonioso. Quando a empresa investe no bom relacionamento entre os seus colaboradores, ela consegue retê-los e mantê-los motivados.

Essa integração pode ser feita de várias maneiras e o gestor deve se adaptar ao perfil dos colaboradores para conseguir encontrar o método mais eficiente para unir a equipeMapeie os processos internos

#6 Mapeie os processos internos

Todos os estabelecimentos de saúde têm seus processos internos que os fazem funcionar diariamente, desde o atendimento ao paciente na recepção até o arquivamento do seu prontuário.

Para aumentar a produtividade, é importante que o gestor mapeie todos os processos, verificando quanto tempo cada um leva para ser realizado e quais profissionais estão envolvidos.

Com esse mapeamento em mãos, é possível reconhecer falhas e implementar medidas para corrigi-las, otimizando as atividades. Além disso, o gestor também poderá descartar processos que não dão resultados e/ou ocupam muito tempo da equipe sem um retorno efetivo.

#7 Invista em tecnologia

Toda empresa de saúde precisa investir em tecnologia para proporcionar um melhor atendimento aos seus pacientes e fornecer mais recursos para a sua equipe aumentar a produtividade.

Os meios tecnológicos permitem que cada colaborador realize o seu trabalho com mais qualidade e de maneira menos desgastante, fazendo, também, com que a sua satisfação e motivação com a empresa aumentem. É importante procurar as tecnologias utilizadas pelas líderes de mercado para poder entrar em um nível qualificado de competição e, de quebra, valorizar a sua marca.

#8 Invista em um sistema de gestão eletrônica

Dispor apenas de um telefone para agendar ou confirmar consultas dos pacientes é, atualmente, uma característica exclusiva dos estabelecimentos de saúde que não procuram (e não querem!) se modernizar.

É claro que o agendamento de consultas pelo telefone é importante, mas esse processo, comprovadamente, consome bastante tempo da equipe.

É significativamente mais produtivo para o estabelecimento como um todo quando o foco do contato telefônico é substituído de forma equilibrada pelo investimento em softwares eletrônicos.

Eles podem, inclusive, além de lembrar o paciente das suas consultas, mandar mensagens em datas especiais, promovendo a fidelização dos pacientes.

Com isso, a telefonia passa a ser um apoio à automação do relacionamento, economizando tempo da equipe e dando mais qualidade ao atendimento do paciente.

Lembra do ponto de diferenciação? Pois os sistemas eletrônicos de gestão ajudam as clínicas a se diferenciar ao manter um contato personalizado com seus pacientes, além de disponibilizarem opções para a automatização de outros processos necessários para o bom funcionamento da equipe e da empresa.

#9 Comunique-se com os seus pacientes

A internet já faz parte dos hábitos de consumo e decisão das pessoas. Por isso, hoje, muitas das estratégias de marketing estão diretamente relacionadas a ela. As que tem ganhado maior destaque são as relacionadas ao inbound marketing.

Isso quer dizer que, se antes as pessoas eram vistas apenas como receptoras de mídia, agora são quem determinam o que querem consumir, quando e como. Para aproveitar essa oportunidade é que as estratégias de inbound marketing precisam ser bem traçadas, com o objetivo de informar e criar relacionamento com o público.

O inbound marketing tem muito o que agregar para fazer o serviço médico prosperar. Só que essa certeza só surge com o conhecimento. E você pode obter esse conhecimento neste e-book! Nele, você irá conhecer as estratégias de inbound marketing e como ele trabalha a seu favor, entender como funcionam e compreender seus objetivos.

 

Como você pôde ler, incorporar a tecnologia nos processos internos é indispensável para se gerir equipe e aumentar a produtividade na clínica. A informatização e automatização dessas atividades garante maior agilidade e melhor desempenho das tarefas diárias do estabelecimento.

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SOBRE A AUTORA

Bruna Rezende, é economista formada, com especialização em Administração pela Fundação Getúlio Vargas, e Mestranda em Administração em gestão na saúde pela Universidade do Estado de Santa Catarina. Empresária com mais de 10 anos de experiência em marketing, fundadora e CEO da E-saúde, agência de marketing especializada na saúde, com vasta experiência com o segmento de saúde e de ações de marketing no setor.


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Para tornar mais palpável tudo o que foi apresentado no e-book anterior, fizemos uma breve entrevista com o Empresário Paulo Campos.

Diretor da Clínica Facilita, sediada no coração financeiro de Salvador, a maior capital do Nordeste, nos passou uma visão bem completa do universo de Clínicas Populares.

Nesse rápido bate-papo, ele mostra como vislumbrou a oportunidade de mercado e como o uso de recursos tecnológicos tem sido essencial na difícil tarefa de manter o complexo negócio inteiratamente sob controle.

Ele não abre mão dessa estratégia para se manter competitivo no mercado, uma vez que a boa oportunidade atrai diversos competidores, tornando imprescindível a necessidade de estar sempre à frente.

Entrevista

Dentre tantas opções de negócio a se montar na área da saúde, por que uma clínica popular?

Na verdade, acho o termo “Clínica de Varejo” mais adequado, pois mostra que é uma clínica mais acessível às pessoas, independente de elas terem plano de saúde ou não. Este é, inclusive, o modelo mais visto nos Estados Unidos, por exemplo.

A ideia de montar a Clínica Facilita foi, justamente, pensando em tornar o acesso a saúde mais fácil, num cenário em que muitos estão perdendo seus planos de saúde ou são mal atendidos pela rede pública.

Desde o início do projeto, o nosso foco principal era de criar uma clínica que fosse mais fácil de as pessoas chegarem, mais fácil de marcar uma consulta e se consultarem. Tivemos a preocupação de ter um local com estacionamento, de ter ponto de ônibus perto, dentre outros detalhes.

Facilidade, ambiente confortável e qualidade de atendimento são valores que pretendemos replicar em todas as unidades futuras da Clínica Facilita.

Quais as principais dificuldades encontradas para montar uma equipe multidisciplinar?

Realmente, não é uma coisa simples montar uma equipe multidisciplinar, com diversos profissionais, de diferentes áreas da saúde. É papel do gestor da clínica captar estes profissionais no mercado e, para isso, ter um bom Diretor Técnico e uma estrutura adequada que passe segurança aos profissionais é fundamental.

Visto isso, o próximo passo é divulgar a clínica, mostrar que chegou no mercado local, o que acaba atraindo profissionais. Isso permite que se vá montando a equipe aos poucos, pois, às vezes você tem a procura pela especialidade, mas não tem o profissional; outras vezes, se tem o profissional de uma especialidade que não tem demanda.

Então, para encaixar esse processo, é preciso muita estratégia e muita visão do mercado local. Acredito que seja uma das maiores dificuldades para quem está montando uma clínica nova: encaixar a demanda de pacientes com a oferta de médicos.

Vimos a formação de grandes grupos neste segmento, como Dr. Consulta, e a pulverização local, ainda que regional, desse Modelo. Quais os principais desafios para uma eventual consolidação diante, por exemplo, da forte concorrência no segmento?

Em todo mercado tem concorrência. Se você tiver medo de concorrência, não abre negócio em nenhum lugar do mundo, em nenhum país, nem no Brasil, nem em Salvador, enfim…

Temos que estar prontos para abrir o nosso negócio e trabalhar prezando pela qualidade. Deve-se pensar sempre em atender o paciente da melhor maneira possível. É importante se lembrar, também, do paciente enquanto cliente. Ele deve pagar um preço justo pelo serviço prestado, para que retorne sempre. Assim, nós podemos crescer e expandir nosso negócio, seja através de franquias, seja através de novas unidades, etc.

Essa é a nossa visão aqui na Clínica Facilita: crescer com qualidade, de forma sustentável para nos consolidarmos no mercado aos poucos.
Não temos medo de concorrência, pois isso faz parte de qualquer mercado aberto e acredito que esse formato de negócio tenda a se consolidar nesse mercado de clínicas. Pretendemos e esperamos,ser um dos players desse novo mercado.

Então, vocês estão abertos a franquear?

Sim, temos interesse em franquear. Estamos nos estruturando para que isso já possa ocorrer a partir do segundo semestre de 2017. Já há empresários interessados em conversar a respeito. Porém, só teremos mais detalhes do processo a partir do próximo semestre, quando já estivermos mais estruturados, uma vez que um negócio de clínicas é muito complexo e os procedimentos tem que estar muito amarrados.

Qual a importância do Marketing na estrutura de custos para iniciar e manter rodando um negócio desse tipo?

Um bom planejamento de Marketing é fundamental para o início de qualquer negócio, independente do segmento. Na área de Saúde não é diferente. Por muitos anos, talvez a questão do Marketing na área de Saúde tenha sido um pouco negligenciada por conta dos planos de saúde, que eram a grande fonte de clientes para uma clínica recém criada. Hoje em dia, já não é mais assim. Por isso, é imprescindível ter um bom plano de Marketing, criar uma boa marca ou ter uma boa marca por trás, como por exemplo, a da Clínica Facilita.

Essa marca que nós temos demandou um custo alto e muito trabalho para ser denvolvida. As pessoas não tem noção do quanto é trabalhoso criar uma marca consistente, colocá-la no mercado e fazer com que as pessoas conheçam e tenham contato com ela. Então, o Plano de Marketing é fundamental, desde a contratação de uma agência de publicidade para a criação da marca, a escolha das mídias que você vai utilizar para divulgar, o investimento que você vai fazer em cada mídia, porque o retorno de cada mídia é diferente…

No início você não tem escala, então usar mídias mais pulverizadas como rádio ou TV acaba não trazendo o volume necessário versus o que se investiu. É preciso ser uma coisa muito bem pensada, e que às vezes o empreendedor na área de saúde, principalmente quando não tem experiência no segmento de varejo, acaba tendo dificuldade ou investindo muito e não tendo retorno, ou mesmo investindo aquém do necessário para fazer com que o negócio tenha o movimento necessário para girar sozinho.

O que foi determinante na escolha do software para o grupo?

Nós pesquisamos muito e vimos os diversos Softwares do mercado. Avaliamos diversos fornecedores na Bahia e em São Paulo, e optamos pelo Saúde Vianet porque, na minha visão, ele é o Software que melhor atende ao nosso estilo de marcação, tem o aspecto visual mais confortável, mais facilidade na importação de dados, facilidade de manuseio por parte da equipe e, sem dúvida, o maior potencial de desenvolvimento tecnológico.

Existiam softwares mais antigos no mercado e mais caros. Mas optamos por aquele que entendemos como parceiro, capaz de crescer junto conosco, agregando cada vez mais novas opções e funcionalidades no software de acordo com a nossa necessidade – e é o que vem acontecendo nesses 6 meses de operação, o software vem evoluindo juntamente com a clínica.

Como você cuida da comunicação com os seus pacientes?

Nós temos uma agência de publicidade que cuida da nossa comunicação e cria nossas peças – tanto as que rodam em nossas TV´s internas, quanto as que vão para o mercado. Obviamente, tudo ocorre com meu acompanhamento, que sou o gestor e, por isso, é meu papel pensar na estratégia, junto com a agência, para podermos comunicar ao mercado.

Também utilizamos o telemarketing, utilizando a base de pacientes que fomos criando ao longo da evolução do negócio, SMS e emails, que são ferramentas que já estão disponíveis no Saúde Vianet.

Uma clínica popular tem um fluxo de pacientes muito alto. Como a sua recepção consegue organizar o alto fluxo de agendamentos e ainda dar conta do atendimento aos pacientes?

Esse é um ponto, de novo, importantíssimo não só para clínicas, mas para qualquer negócio: sem controle não há gestão, e se você não faz a gestão do seu negócio, naturalmente, você não vai ter sucesso. Uma coisa deriva da outra.

Você precisa controlar custos, as receitas, a curva de quais médicos estão produzindo mais, quais especialidades são mais procuradas, quais são as maiores despesas da sua clínica, de onde vem o seu cliente, qual o perfil do seu cliente, etc.

Isto é, um somatório de informações que, se não forem tratadas pelo gestor, as chances de se obter sucesso em qualquer negócio – não só em clínicas – é muito pequena.

E o mundo está cada vez mais complexo, você precisa ter indicadores sempre à sua mão, de forma fácil, de visão simples, para você poder monitorar o seu negócio, orientar a sua equipe e conquistar cada vez mais clientes.

Como você faz para organizar as informações dos pacientes? E os documentos produzidos nas consultas?

Minha organização é pautada numa geração mínima de papel.Os laudos e as receitas são levados pelo paciente. Já as solicitações de exames, nós as guardamos por alguns meses, muito mais para efeito de arquivo e controle dos pacientes, o que gera muito pouco documento físico.
No entanto, guardamos uma versão impressa de alguns poucos relatórios do negócio, como por exemplo, de faturamento e despesas. Conduzimos dessa forma porque não faz sentido acumular papel, em pleno século XXI, a menos que seja realmente necessário.

Para dar conta de tudo, é necessário muita organização. Como otimizar a gestão de tantas informações, mantendo uma equipe o mais enxuta possível sem perder a qualidade e a confiabilidade das informações?

Isso varia muito com a experiência do gestor. Você tem que manter a sua equipe organizada, manter seus controles em dia, ter os procedimentos operacionais corretos, afinal, estamos falando de clínica, de saúde das pessoas.

Para a equipe de recepção conseguir dar conta da quantidade de movimento da clínica, atendimento telefônico, conferência de agendamento online, recepção na porta, suporte aos médicos que podem precisar de alguma coisa, etc., é, realmente, muita coisa ao mesmo tempo. Para mim, o mais importante é padronização do atendimento e, treinamento da equipe.

Se você não tiver um treinamento padrão para a sua equipe, se você não orientar como o atendimento deve ser feito as coisas se embolam, a equipe não prioriza o que deve ser feito e acaba que o paciente sente isso durante a confusão que vira a recepção com tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo.

Então, o Software vem muito para ajudar: uma vez que ele é fácil de ler e fácil de mexer, acaba economizando tempo da equipe para que ela possa se dedicar melhor ao atendimento ao público.

Se você perde muito tempo com o software, acaba não tendo tempo para se dedicar ao que é mais precioso para o seu negócio: o seu cliente.


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Clínicas populares: entenda o sucesso deste modelo

Clínicas populares: entenda por que estão fazendo tanto sucesso

Por que estudar este mercado?

O crescimento do modelo de clínica popular é um fenômeno que merece uma atenção especial. Nas últimas décadas, houve um crescimento vertiginoso desse tipo de negócio e ainda há espaço para um “boom” ainda maior.

Os serviços médicos elementares, de acordo com a nossa Constituição, são um dever do Estado. Entretanto, diante da incapacidade deste de atender ao menos a metade da demanda posta, abre-se uma grande oportunidade no mercado.

Isso tem motivado empresas médicas a concretizarem seu projeto de sair das tradicionais parcerias com as OPS’s (Operadoras de Planos de Saúde) e se lançarem nesta alternativa, que tem se mostrado muito rentável.
A insatisfação dos usuários de planos de saú­de com o serviço contratado é outro fator que acaba tornando esse campo cada vez mais fértil ao surgimento de novos negócios.

Para ajudar você, empresário da área de Saúde, que busca oportunidades mais lucrativos dentro do seu segmento de mercado, produzimos este rico material.

Com ele, você terá uma visão ampliada do mercado e, consequentemente, mais facilidade para avaliar as vantagens de se investir neste segmento.

Modelo nacional de sucesso

No País inteiro, principalmente no Nordeste e Centro-Oeste, vê-se uma propagação desse modelo de empresa médica. Estão voltadas, principalmente, para as classes C, D e uma parcela da E. Esse público, inevitavelmente, usava o Sistema Único de Saúde (SUS), diante da falta de opções que coubessem em seu orçamento.

Todavia, à medida que as condições financeiras foram melhorando, passaram a buscar atendimento por esse modelo alternativo de assistência à saúde.

Em suma: o público da clínica médica popular é formado, em grande parte, pelas parcelas de usuários insatisfeitos com as condições de atendimento do SUS e que conseguem arcar com consultas a preços mais acessíveis.

Estas parcelas compõem o “transbordo do SUS” que, somadas, chegam a, aproximadamente, 50% do total de usuários do serviço público.

“A má qualidade do serviço público joga a favor dessas empresas.”, afirma Renato Meirelles, presidente da consultoria Data Popular. De acordo com uma pesquisa do Datafolha, 93% dos usuários do SUS estão insatisfeitos com o serviço.

Ademais, os clientes dessas clínicas (com renda mensal de até 1200 reais) têm dificuldade para pagar um plano de saúde, mas conseguem arcar com tratamentos esporádicos.

Além do preço acessível e de outras várias características interessam muito aos usuários do SUS, podemos destacar o pronto atendimento.

Vejamos uma simples comparação: pelo SUS, enquanto o atendimento a uma consulta pode demorar, em várias cidades brasileiras, mais de 60 dias para ocorrer, nas clínicas populares costumam atender em, no máximo, 48 horas.

O quadro nacional de desemprego também contribui bastante para o crescente interesse da população por esse tipo de serviço médico. Há registros de um aumento de cerca de 30% no volume de atendimento como reflexo dos desempregados que estão perdendo o seu plano de saúde.

Segundo Artur Shoiti, consultor do Sebrae, a população que já teve acesso a planos de saúde e hoje em dia não tem mais condições de pagar dificilmente aceita voltar para o Sistema Único de Saúde. “Isso gerou uma lacuna, que agora está sendo preenchida pelas clínicas populares”, diz.

Os preços dos serviços médicos na clínica popular se ajustam à realidade econômica do seu público-alvo. Com isso, é possível oferecer serviços de qualidade com preços superiores aos pagos pelas OPS’s. Além disso observa-se no segmento uma liquidez imediata de mais de 74% do faturamento. Indiscutivelmente atrativo.

Antes explorado exclusivamente por médicos, o mercado de clínicas médicas populares está sendo invadido por empresas de investimentos financeiros, pois enxergam nesse nicho excelentes oportunidades de mercado. Isso explica uma maior incidência destes grandes empreendimentos nos grandes centros do País.

Já em relação aos possíveis riscos desse mercado, Shoiti afirma que o investimento que tem sido feito nesse mercado por grandes grupos de empresários é totalmente compatível e tem retorno certo. “Com consultas mais rápidas, elas ganham em volume e têm lucro exponencial”, afirma.

O maior risco, segundo ele, é o médico não dedicar o tempo necessário para ouvir o paciente e descuidar da qualidade do atendimento, o que pode colocar em cheque a saúde, tanto do paciente quanto do negócio.

Em relação ao macro-ambiente, entretanto, não há, teoricamente, perspectivas de uma mudança drástica no ambiente da concorrência por um bom tempo. Diz-se isso porque a demanda da clientela do SUS tende a continuar mal atendida pelo Estado.

Desse modo, apenas se fossem feitos vertiginosos investimentos púbicos nos próximos 15 anos, quintuplicando os atuais recursos destinados a essa pasta pública é que veríamos uma ameaça consistente e relevante.

E, em se tratando de Brasil, para que a Saúde Pública funcione realmente, não apenas o volume de investimentos deve ser massificado, mas a gestão dos recursos destinados à saúde pública deveria ser otimizada, com maior eficiência e transparência.

Ou seja, enquanto o cenário não mudar nesse sentido, as clínicas médicas populares tem muito espaço para atuar e se estabelecer em todo o Brasil.

Receitas mais “limpas”

Observa-se, já há bastante tempo, uma estagnação no mercado de clínicas médicas em praticamente todo o território brasileiro. Esse cenário é consequência direta da má remuneração praticada pelos planos de saúde e convênios médicos, pouco atrativa para a maioria dos investidores.

Além da possibilidade de uma melhor remuneração pelo serviço oferecido, um grande atrativo mercadológico das clínicas médicas populares para os investidores é a característica dos pagamentos: 80% das receitas financeiras advêm de pagamentos diretos dos clientes e apenas 20% advêm de planos de saúde e convênios médicos (quando há abertura para procedimentos realizados por planos, em casos muito específicos).

Dos pagamentos diretos, aproximadamente 67% são em dinheiro e cheques, 25% são em cartões de créditos e o restante, em outras formas de pagamento.

Boa parte desse tipo de clínicas realiza exclusivamente o atendimento direto aos clientes. Nesses casos não se atende usuários dos planos de saúde e convênios médicos. Com isso, busca-se cortar ao máximo os custos com essas operações e mitigar prejuízos financeiros, atrasos e sobrecargas operacionais com possíveis glosas.

Alternativa para todos

Este modelo tem se mostrado uma ótima alternativa a todas as partes envolvidas na construção desse mercado.

Para os pacientes, o modelo vem acolhendo uma crescente parcela insatisfeita com os planos de saú­de. Há três anos, o segmento de planos lidera o ranking das reclamações do Instituto Brasileiro de Defesa ao Consumidor. O preço está aumentando — a alta foi de 16% no último ano.

Entre os médicos, a insatisfação também é grande. Os planos pagam, em média, 40% do preço da consulta — algo como 50 reais. Descontados gastos com aluguel, secretária, água, luz e telefone, so­bra pouco mais de 6000 reais por mês pa­ra um médico que atenda apenas clientes do plano, segundo estimativas de mercado.
As clínicas populares criaram um modelo para atrair os descontentes. Elas repassam aos médicos, normalmente, entre 50 e 60% da receita das consultas, e bancam todas as despesas.
Estimativas apontam que os médicos, em clínicas deste tipo, chegam a um ganho médio de 17000 reais por mês. É metade do que ganhariam em hospitais de ponta, mas o triplo do que receberiam atendendo apenas clientes de planos de saúde.

“Durante muito tempo, as opções de um estudante de medicina eram abrir um consultório e conquistar clientes do plano de saúde ou ser plantonista em hospitais”, diz José Bonamigo, diretor da Associação Médica Brasileira. “As clínicas populares são uma boa opção.”

Entretanto, aí reside um ponto no qual os empresários devem prestar bastante atenção. Uma vez que boa parte do valor da consulta é repassada aos médicos, deve-se focar nas consultas simples, como definição do grau de óculos ou tratamentos de manchas de pele. Desse modo, os tratamentos mais complexos passam a ser encaminhados aos hospitais tradicionais.

Com isso, há um manejo mais inteligente dos custos e aumenta-se a frequência dos atendimentos, gerando um impacto positivo no fluxo de caixa.

Mesmo tomando essas precauções, a margem de lucro fica abaixo de 5%. Além disso, aumento da concorrência decorrente da rápida propagação do modelo deve aumentar também a complexidade na gestão destes negócios.

Essas empresas, acostumadas a competir com os planos de saúde, deverão passar a disputar médicos entre si. Fechar as contas no azul, atrair bons médicos, atender bem os pacientes.

O desafio é grande, mas, com o SUS indo de mal a pior, mercado não há de faltar.

O preço: um dos fatores-chave de sucesso

A nomenclatura “popular” vem do grande diferencial de preços cobrados pelos serviços em relação ao praticado pelo atendimento particular convencional (privado).

Os preços conhecidos como populares costumam ter uma variação média de 25% a 40% dos preços cobrados pelos serviços particulares. Em Clínicas Populares, consultas e exames médicos chegam a ser até dez vezes mais baratas do que em hospitais particulares e grandes laboratórios. Veja alguns exemplos:

Clínica Fares

Com 300 profissionais de saúde, atende em 30 especialidades médicas. A clínica oferece consultas com valores entre R$60,00 e R$140,00. Consultas em especialidades mais procuradas, como ginecologia, dermatologia, oftalmologia, ortopedia e urologia custam de R$80,00.

O exame mais barato da clínica, o de glicose, custa R$5,50, mas o paciente também encontra outros com preços acessíveis como hemograma por R$ 9,00, colesterol total por R$ 5,00, urina por R$ 10,00, triglicerídeos por R$ 6,50 entre outros. Exames mais complexos possuem valores mais altos mas, ainda assim, abaixo do mercado, como por exemplo o Papanicolau por R$36,00, colposcopia por R$ 58,00, ultrassom transvaginal por R$65,00, ultrassom obstétrico por R$ 75,00, mamografia por R$ 120,00, entre outros.

A clínica também faz atendimentos estéticos. O peeling superficial é um dos procedimentos mais procurados e custa R$ 90,00. Procedimentos mais caros como botox podem ser parcelados em 10 parcelas de R$120,00.

Dr Atende

A clínica, que existe há quase dois anos, atende 18 especialidades médicas e cobra preço único de R$ 150,00. Oferece exames de imagem e laboratoriais a partir de R$ 25,00.

Dr Família

Possui parceria 60 profissionais médicos e multiprofissionais atuantes em 32 especialidades através de suas unidades de atendimento. O valor das consultas é entre R$ 80,00 e R$ 120,00. Já os exames partem de R$ R$ 5 (Glicemia) e podem chegar a R$ 190 (mamografia). Um check-up na clínica custa R$ 165,00 e inclui consulta, eletrocardiograma e exames laboratoriais.

Dr Consulta

Atende em 35 especialidades médicas, entre elas ginecologia, oftalmologia, cardiologia, dermatologia, otorrinolaringologia e até odontologia. Os valores das consultas são entre R$ 90 e R$ 120 e o agendamento é realizado no site pelo próprio paciente escolhendo a especialidade, o local e o horário desejados.

A clínica também oferece exames laboratoriais, de imagem, cardiológicos, ultrassom, check-up, pré-natal e audiometria partindo de R$10 (urina, hemograma) aos mais caros como mamografia por R$ 125 e colposcopia por R$ 400.

Dr. Agora

Não exige marcação de consulta prévia para o atendimento e possui preço único de R$ 89,00. Ao chegar à clínica, o paciente passa por uma triagem e é atendido em casos de patologias como amigdalite, sinusite, conjuntivite, resfriado comum, gripe, diarreia aguda, rinite, otite externa e infecção no trato urinário. Em casos mais complexos, é imediatamente recomendado a procurar um pronto-socorro mais próximo.

Clínica Médica Popular em cinco passos

Já vimos que o sistema público de saúde incapaz de atender as demandas da população abriu uma enorme oportunidade de mercado para o estabelecimento e a propagação das clínicas médicas populares no Brasil.

Antes de montar esse tipo de negócio, há pontos-chave nos quais o empreendedor precisa prestar bastante atenção:

Pesquisa de mercado

Visa identificar o nicho de clínicas populares na localidade e região em que deseja abrir o seu negócio. Deve quantificar o mercado local e estratificar, tanto as clínicas médicas populares, quanto a demanda oriunda do “transbordo do SUS”.

É aqui que são feitos levantamentos e comparações de preços praticados, quantidade de atendimentos realizados, público-alvo mais frequente em cada especialidade médica, tipos de exames e procedimentos realizados, entre outros.

Plano de negócio

É o mapa da sua empresa, no qual você sabe o que a sua empresa tem, o ambiente no qual ela está imersa e para onde seu negócio deve ir. Nele, cada uma das questões anteriores deve ser minuciosamente dominada para que haja segurança e precisão na tomada de decisões, como um legítimo empresário do ramo de Clínicas Médicas Populares.

Além disso, define os produtos e serviços oferecidos e o modelo de operação mais adequado para que a empresa cumpra seu objetivo. Por fim, indica os conhecimentos, habilidades e atitudes necessárias para a construção de resultados concretos.

Estudos de investimentos

Listagem de todos os itens de investimentos e dimensionamento do valor total dos custos de implantação de uma clínica médica. Fazem parte destes estudos o dimensionamento físico e operacional do negócio, sua forma de implantação (construção ou reforma de imóveis), tipos e preços de equipamentos, serviços oferecidos etc. Nessa fase se conhece quanto será investido na implantação da clínica médica popular e seu dimensionamento econômico-financeiro.

Fontes de investimentos

Identificação das origens dos investimentos financeiros que poderão ser próprios, de terceiros ou de fontes de investidores como bancos ou financistas.

Quando envolve investimentos de agentes financeiros, esta é a parte mais técnica do processo, uma vez que requer um estudo de viabilidade econômico-financeira bem elaborado e tecnicamente elucidativo.

Estudos de perspectivas de negócios

Aqui se avalia mais apuradamente os dimensionamentos de receitas financeiras da empresa, sua lucratividade, retorno de capital investido e expansão do negócio.

Esses cinco passos, podem ser resumidos em apenas dois:

a) Antes de implantar uma clínica médica popular, conheça os detalhes de funcionamento e operação de uma empresa desse porte, pesquise o mercado e monte um detalhado plano de negócio;

b) Faça o levantamento de números necessários para fazer o negócio sair do papel.

 Conclusão

A persistente precariedade dos serviços prestados pelo SUS e o desalinhamento entre os valores cobrados pelos Plano de Saúde e o orçamento familiar do brasileiro médio vem forçando a busca por alternativas para o atendimento médico. Com isso, as Clínicas Populares surgem como um modelo capaz de contemplar as necessidades deste público-alvo que se forma.

Além disso, atendem aos anseios dos investidores da área de Saúde, atentos a oportunidades que evitem os altos custos relacionados aos atendimentos a planos de Saúde.

Esse modelo também é interessante por ser uma fonte de receitas mais “limpas”, já que os pacientes, em sua maioria, pagam diretamente à Clínica pelos serviços prestados. Com preços baixos, alto volume de atendimentos e pagamento direto, tem-se a receita para um negócio bastante lucrativo.

Esse campo fértil também tem atraído bastantes médicos, insatisfeitos com seus ganhos em instituições cuja maioria dos atendimentos é realizada via planos de Saúde, o que viabiliza a formação de equipes competentes.

Desse modo, aos interessados em investir na área, seguir os passos necessários para montar uma Clínica Popular de sucesso é necessário para calcular os riscos e os ganhos em potencial, sempre com o apoio de especialistas da área, para garantir uma maior segurança de retorno do investimento.

Referências

http://exame.abril.com.br/revista-exame/clinicas-populares-avancam-cobrando-r-100-por-consulta/

https://resolveagora.files.wordpress.com/2012/04/clc3adnicas-mc3a9dicas-populares-ebook-grc3a1tis-2.pdf

http://extra.globo.com/noticias/economia/clinicas-populares-crescem-impulsionadas-pela-crise-19632270.html

https://economize.catracalivre.com.br/dicas/%EF%BB%BFclinicas-populares-oferecem-consultas-medicas-e-exames-a-precos-acessiveis/

https://economia.uol.com.br/empreendedorismo/noticias/redacao/2017/02/14/quer-abrir-negocio-clinica-popular-e-produto-de-beleza-bombaram-em-2016.htm


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evitar desperdício nas clínicas

Como evitar desperdício nas clínicas?

Evitar desperdício nas clínicas deve ser uma meta sempre em mente ao se desenhar um bom planejamento de despesas, para que os administradores não sejam surpreendidos negativamente. Por isso, manter uma clínica com grande produtividade e bom faturamento é desafio para todo empreendedor da Saúde.

A economia em saúde é um aliado para trazer benefícios e aumentar a rentabilidade da empresa, e visa analisá-la sob a ótica empresarial, buscando gerar resultados positivos. Evitar desperdícios de recursos nas clínicas, por exemplo, é sinônimo de uma gestão bem feita, o que permitirá um atendimento de melhor qualidade.

Porém, é comum associar a ótica da economia em saúde à ideia de que vidas estão sendo limitadas a números.

Para desmistificar esse pensamento, veremos que, com o suporte tecnológico, os profissionais de saúde têm mais tempo para se dedicar à sua principal função, o cuidado com o paciente.

Como evitar desperdício nas clínicas

Olho vivo, essa é a resposta. Com o módulo financeiro do Software de Gestão para Clínicas e Consultórios é possível fazer uma boa gestão, de forma prática, sem que o empreendedor precise necessariamente ter um conhecimento profundo sobre administração.

Basta que se eleja uma pessoa para registrar o controle financeiro, como um sócio ou uma secretária bem preparada,  e que mantenha o sistema sempre atualizado, para ter um panorama concreto do andamento de seu empreendimento.

Este  módulo inclui as despesas variáveis, que funciona como o termômetro da clínica, ou seja, se houve gastos além do previsto, deduz-se que a receita deverá ter sido superior para suprir esta defasagem. Se ocorreu um gasto não previsto, deve-se ter metas para que a empresa se recupere. As despesas variáveis nada mais são do que o controle de estoque de material da clínica, como por exemplo, a compra de equipamentos, materiais gráficos, de consumo, entre outros.

Como reduzir os gastos nas clínicas mantendo a qualidade e o atendimento humanizado

Assim como qualquer outro empreendimento, é possível reduzir os gastos de forma a promover a otimização de recursos e o aumento da produtividade em uma clínica. Alguns fatores facilitam esse processo, como por exemplo, a capacitação de profissionais e a integração da equipe.

Capacitar os profissionais de saúde sob uma ótica gerencial reduz significativamente o desperdício de recursos entre outros insumos que oneram a gestão em saúde, e permite que eles se sintam mais preparados para o dia-a-dia de atendimentos.

O profissional responsável pelo controle de estoque deve ter o conhecimento do material adquirido, e de sua qualidade. Também deve estar preparado para realizar boas compras, sempre atento às oscilações de mercado, para não comprar produtos por um valor superior ao que ele vale, e à necessidade de aquisição naquele momento.

Outras observações que devem ser feitas são quanto à disponibilidade dos recursos financeiros para a aquisição, e a forma de efetuar os pagamentos, se à vista ou parcelado, para não trazer desvantagens para o fluxo de caixa.

O controle de estoque também é um importante aliado para avaliar a quantidade e a validade deste material. Outra maneira para evitar o desperdício é nomear um responsável que verifique, periodicamente, se esse estoque está de acordo com a situação real do estabelecimento.

Com um pouco de organização e o planejamento em dia, que são peças fundamentais para ter uma gestão eficiente e evitar desperdício de recursos – e, consequentemente, de gastos desnecessários – é possível manter o padrão e diminuir os custos da clínica sem prejudicar os pacientes.

Ficou com alguma dúvida sobre evitar desperdícios no consultório? Comente aqui e compartilhe conosco suas experiências e questionamentos!

Aproveite e conheça como o Saúde Vianet pode ajudar a organizar o financeiro e todas as outras áreas da sua clínica.

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Gestão do corpo clínico

Como a gestão do corpo clínico pode ser um fator de diferenciação

Gestão do corpo clínico: mais eficiência para resultados mais sólidos

A gestão do corpo clínico tem recebido cada vez mais atenção de administradores e estudiosos de organizações de Saúde. Com a alta concorrência, assim como em outros mercados, é comum ver empreendedores da área com grandes dificuldade de encontrar pontos de diferenciação em relação aos seus competidores.

Muitos buscam essa diferenciação por meio de soluções mais “óbvias”, como investimentos em melhorias das instalações, em equipamentos mais modernos, ou contratação/qualificação da equipe de atendimento. Essa linha de raciocínio é comum, pois estes são os recursos com os quais os pacientes entram em contato direto. Então, se o paciente se impressiona com toda a estrutura, é natural que haja o aumento da credibilidade e a consequente fidelização.

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Mas nem sempre é tão simples assim. E quando não há capital suficiente para investir? Ou ainda, e quando as instalações, equipamentos e pessoal já satisfazem muito bem as necessidades dos pacientes? 

É a isso que esse texto se propõe: a mostrar que há caminhos –  neste caso, uma melhor gestão do corpo clínico – menos custosos e capazes de melhorar os resultados de uma forma muito mais consistente. Com medidas que são, muitas vezes, relegadas a segundo plano, pode-se chegar a resultados muito positivos. Então, vamos lá…

Para começar, é necessária uma mudança básica na forma de entender a própria clínica. Atualmente, ter apenas habilidades técnicas não são mais suficientes para ser bom um profissional de saúde.  É preciso contar com habilidades e competências que levem à sustentabilidade e a viabilidade do consultório enquanto um negócio.

Alinhamento e a boa comunicação

Desse modo, busque sempre incentivar e promover o alinhamento e a boa comunicação entre os diversos profissionais que participam do dia a dia do consultório. Embora médicos, secretários e recepcionistas contem com formações distintas, é necessário que haja uma ponte de conexão, possibilitando que todas as ações praticadas dentro de um consultório visem a produtividade, o bem-estar e também o faturamento.

É preciso que haja um intercâmbio harmônico entre todas as informações que circulam entre as equipes técnica e administrativa. Assim, o dia a dia tende a ser mais produtivo e eficaz, gerando reflexos positivos no atendimento dos pacientes.

Padronização de procedimentos

Um dos principais pontos que permite que o trabalho de uma clínica flua de forma positiva é a padronização dos procedimentos. Quando um profissional tem clareza sobre como executar suas atividades e sabe da importância de suas funções, tende a ser mais produtivo e mais feliz com seu próprio trabalho. Por isso é importante que os procedimentos, desde a forma como um paciente deve ser atendido até o preenchimento de fichas contendo o histórico clínico, sejam uniformes e de conhecimento de todos os profissionais da clínica.

Uma das formas de promover esse tipo de integração, em especial para áreas que possuem conhecimentos distintos, é a informatização.

A implementação de softwares para a gestão de consultórios é extremamente positiva na medida em que permite criar uma linguagem comum entre o corpo clínico e a equipe administrativa.

Desde a informatização dos prontuários e históricos clínicos, até a sistematização das agendas, há uma dinamização do trabalho, deixando-o mais objetivo. Com isso, os dados circulam de forma rápida e eficiente, facilitando o trabalho de todos.

Por fim, é importante que toda estratégia adotada pela clínica em termos de procedimentos faça sentido para todos os profissionais que ali trabalham, pois cada membro precisa estar integrado com o propósito e a finalidade do negócio.

Sistematização de dados

Com a adoção de um software, o médico gestor pode contar com inúmeros mecanismos para facilitar seu dia a dia. Um desses mecanismos, por exemplo, é o controle automático das agendas por diversas categorias. Por profissional, por dia ou até por localidade.

O mais interessante é a gama de relatórios e indicadores gerados pela alimentação diária desses sistemas. É possível contar com relatórios dinâmicos que permitem a visualização do desempenho dos profissionais em relação a tempo de atendimento e de espera na recepção, por exemplo.

Qualquer anomalia nos processos estabelecidos pode ser facilmente detectada com a simples interpretação desses relatórios e, com isso, levar à medida adequada de ajuste da equipe para melhorar em determinado aspecto.

Outra facilidade é contar com um sistema de organização e arquivamento de dados dos pacientes. Por esse sistema, desde informações como contatos ou endereço podem ser obtidas, até dados relevantes da consulta e pagamentos efetuados. A sistematização de dados permite que cada paciente conte com informações distintas armazenadas de forma integrada, sendo úteis tanto na hora da consulta, quanto para o envio de uma correspondência ou o acerto de uma consulta.

Gostou desse post? Quais as estratégias que você adota para estabelecer uma gestão do corpo clínico mais eficiente, promovendo maior integração entre as equipes médica e administrativa? Deixe um comentário abaixo e saiba como o Saúde Vianet pode transformar o dia a dia de seu consultório.

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Marketing em Saúde: Dicas de gestão para seu consultório

5 Dicas para um bom atendimento. Gestão e marketing em saúde.

Marketing em saúde: posicionamento nos mínimos detalhes

O Marketing em saúde precisa ser norteado por um principio básico: para uma boa gestão de uma clínica ou consultório, é o entendimento pelo profissional de saúde (geralmente o dono ou gestor) de que, da porta para fora, o paciente deve ser visto como um cliente em busca de um serviço e, portanto, tratado como tal. Por isso, selecionamos algumas dicas importantes a serem levadas em consideração.

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Pré-atendimento

O agendamento deve ser feito via telefone, email, ou sistemas para gerenciamento de clinicas. Ter em mente a importância desta etapa, pois é onde se inicia o faturamento. Um telefone ocupado ou ligação perdida, pode significar um cliente para concorrência. Evite linhas ocupadas usando sistemas que automatizam a confirmação de consultas, liberando o tempo da secretária além de propiciar economia nas ligações.

Sala de espera

Cuide bem de sua sala de espera, ela será a primeira impressão que seu paciente terá sobre sua empresa. Revistas atualizadas, som ambiente adequado, ambiente físico bem conservado, iluminação condizente, um lavado limpo (sempre) e até o uso de cheiros e essências específicas (técnicas de neuro-marketing) são importantes para uma boa primeira impressão e percepção de valor. Mantenha atenção aos detalhes. O cliente pode não falar, mas certamente isso ficará registrado no julgamento de valor do atendimento como um todo, podendo significar mais indicações.

Secretária

Deve assumir a postura de facilitadora. É uma pessoa vital na estrutura de uma clínica ou consultório, portanto, tem que ser uma pessoa ágil, dinâmica, que resolva os problemas. É muito importante, também, que ela entenda que a atividade dela é um dos cartões de visita da clínica. Por isso, a cordialidade e leveza no tratamento com o paciente devem sempre fazer parte do relacionamento com o mesmo.

Dentro de sua possibilidade financeira tenha uma secretária que seja a recepcionista e outra funcionária para lhe ajudar na parte clínica. Em odontologia, mais especificamente, essas funções por muito tempo foram executadas pela mesma pessoa, porém hoje o mais interessante é você profissionalizar sua gestão, dividindo as funções desses setores distintos (Recepção e Atendimento clínico).

Profissionalize-se

Mantenha uma postura profissional perante seu paciente e funcionários, o que no fim das contas trará benefícios gerais ao atendimento de sua clínica. Encontre formas de valorizar o seu time e cobrar profissionalismo na mesma medida. Entenda que ainda hoje o ser humano é o seu maior recurso e motiva-lo contribui para transforma-lo em parceiro. Isso ajuda consequentemente na melhoria dos resultados no médio e longo prazo. Ademais, entenda que a substituição de um funcionário é cara, e existe um custo “invisível” muito alto, por isso, deve ser encarada como última medida.

Uma equipe que se renova muito frequentemente pode ser nociva ao negócio, por carecer de entrosamento entre os membros. Entretanto, uma equipe experiente ante os processos da clínica e unida para resolver os problemas, também é uma ótima estratégia de Marketing em saúde, pois expressa o posicionamento do seu negócio no mercado.

Cuide antes e depois de seu paciente

O tratamento começa bem antes de seu paciente chegar na sua clínica e termina muito depois, e todo o processo é parte integrante do marketing em saúde. Fique atento aos detalhes, por menores que sejam. Entenda que seu paciente-cliente está em uma situação fora de sua rotina e isso não deve ser uma experiência desagradável para ele.

Assim, por exemplo, evite prolongar o tempo de espera na fila do consultório. Por outro lado, organize-se e transpareça organização e respeito ao paciente. Através do Saúde Vianet, devido aos recursos de relacionamento com o paciente embutidos, você provoca esses sentimentos mais facilmente, aumentando a percepção de valor do atendimento e, consequentemente, também do profissional. Por fim, através de uma pesquisa de satisfação, que pode ser realizada de diversas maneiras, estabeleça indicadores e acompanhe o feedback para busca do aperfeiçoamento contínuo.

Como fica claro nas dicas acima, o Marketing em saúde é o responsável por atrair novos pacientes e, principalmente, cativar os que já conhecem o seu trabalho.

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