Atendimento Híbrido em Clínicas: O que é e como funciona!

No artigo de hoje vamos falar sobre como funciona o atendimento híbrido nas clínicas e consultórios. Esse modelo de atendimento em clínicas tem feito muito sucesso!

As transformações provocadas pela Covid-19 levaram muitos consultórios e clínicas a adotarem novas estratégias para prestar o melhor atendimento aos seus pacientes. Com isso, o atendimento híbrido tem revolucionado o atendimento nas clínicas médicas.

O atendimento híbrido nada mais é do que a junção da assistência médica presencial e remota, uma complementando a outra. Este tipo de estratégia é muito eficiente e prova ser um ótimo diferencial competitivo. 

Isso por que os indivíduos estão acostumados a falar com as organizações através de diferentes meios de comunicação, tentando encontrar rapidez e agilidade para resolver o que eles necessitam. Ou seja, o atendimento em clínicas também deve atender a essa demanda.

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O que é Atendimento Híbrido?

A tecnologia está gerando mudanças em vários segmentos do mercado. Devido a isso, cada área está aperfeiçoando seus resultados por meio de processos inovadores. Uma vez que o assunto é saúde, um exemplo de inovação adotado é o atendimento híbrido.

O atendimento híbrido costuma ser feito a partir de 2 formas diferentes. Em outras palavras, é o atendimento que requer um serviço automatizado e um assistente humano para ser completado. 

Basicamente, o serviço pode acontecer de 3 maneiras: 

  • Atendimento humano: feito do início ao fim por uma pessoa sem o envolvimento de nenhuma das tecnologias que automatizam o atendimento.
  • Atendimento automatizado: aquele aberto e concluído por meio de um assistente virtual ou chat bot, sem que seja preciso falar com um atendente humano.
  • Atendimento híbrido: se trata do atendimento que necessita das duas formas do serviço, humano e automatizado.

O atendimento híbrido é a mistura de digital e clássico. O profissional pode disponibilizar ambos, já que um supera as limitações do outro. Devido a isso, o atendimento em clínicas com este modelo tem feito muito sucesso.

Como funciona o Atendimento Híbrido?

O atendimento híbrido funciona combinando o digital e o presencial. Após marcar uma consulta na Internet, exemplificando, o paciente tem a possibilidade de passar por uma avaliação remota para saber se há a necessidade de uma consulta presencial.

Posteriormente, ele recebe um SMS ou mensagem via WhatsApp com o acesso a uma sala virtual. Por meio deste primeiro atendimento ao paciente, o médico poderá encaminhá-lo para um atendimento presencial e/ou para exames a fim de ajudar no diagnóstico.

O paciente receberá uma nova mensagem com a hora marcada na clínica ou no consultório do médico, isso com o objetivo de manter o distanciamento social e evitar possíveis aglomerações durante sua visita.

Na clínica, o paciente é submetido a um exame clínico, que deve ser realizado pessoalmente para que o médico possa detectar quaisquer alterações e sinais. Ele aproveita a oportunidade para realizar testes de imagem, interpretados à distância, com a ajuda da Telemedicina e relatórios online.

Uma vez que o diagnóstico tenha sido feito, o profissional sugere o melhor procedimento. Ele pode gerenciar o paciente por meio do acompanhamento remoto, monitorando sua evolução e fazendo ajustes para uma melhora mais imediata.

Atendimento Híbrido: como inserir com excelência na sua clínica!

Com as pessoas cada vez mais conectadas, o atendimento híbrido, mais do que fundamental, torna-se essencial para atender às necessidades do paciente. No entanto, este tipo de atendimento cria várias dúvidas sobre como funciona.

A doença pandêmica Covid-19 predeterminou uma nova forma de como nos relacionamos, ocorreram muitas mudanças nos últimos 2 anos.

O distanciamento social forçou muitas clínicas a repensarem sua gestão e a investirem em novas formas de atender seus pacientes. Com isso, esse modelo de atendimento caiu como uma luva. Mas e então, como implementar o atendimento híbrido?

Continue a leitura e confira a seguir:

  • Invista na infraestrutura tecnológica;
  • Mantenha uma conversa humanizada;
  • Intercale no momento certo.

Invista na infraestrutura tecnológica

Não estou sugerindo que você substitua todos os computadores e equipamentos da sua clínica. Entretanto, você precisa de sistemas que funcionem corretamente, bem como de uma conexão com a Internet de qualidade para proporcionar uma boa experiência ao paciente.

Para o atendimento em clínicas com esse modelo, investir na infraestrutura essencial reduz o risco de constantes interrupções nas chamadas de vídeo, perda de sinal e outros inconvenientes técnicos que incomodam o paciente.

Mantenha uma conversa humanizada

Na etapa de construção das respostas automatizadas do chat bot, é importante que elas sejam criadas o mais próximo possível de como uma pessoa falaria. Por mais incomum que possa parecer, nesse caso o indicado é que o bot pareça uma pessoa respondendo. 

Para este modelo de atendimento em clínicas, é essencial que o gestor faça um trabalho de autoconhecimento, isso para que ele adote um tom de voz compatível com a empresa. 

Se a sua clínica é mais jovial, informal e descontraída, o indicado é projetar esta identidade na forma como o bot irá fazer o atendimento.

Entretanto, se sua clínica tem um costume mais tradicional que valoriza o formalismo, o melhor é que a comunicação usada no bate-papo seja mais formal.

Intercale no momento certo

Este é outro ponto muito importante no atendimento híbrido. Algo que precisa ser considerado é o instante de transferência do chat bot para o serviço de atendimento humano. 

Há muitas tarefas que os robôs podem realizar, tais como: entrega de artigos, links, respostas de dúvidas, envio de boletos, busca de solicitações, etc.

Neste modelo de atendimento em clínicas, o indicado é que esta triagem seja realizada da maneira mais assertiva possível, em que somente os pedidos que o chat bot não conseguir atender sejam passados para o atendente.

Conclusão

O atendimento em clínicas mudou muito nos últimos meses. Com o efeito da doença pandêmica, a liberação de teleconsultas e o aumento das inter-relações digitais, toda a gestão nas clínicas médicas sofreu mudanças notáveis.

E aqueles que estão preparados estarão mais aptos a se posicionar nesta nova realidade. O atendimento híbrido nas clínicas foi uma ótima estratégia para a continuidade da prestação de cuidados de saúde no mundo inteiro.

Profissionais de saúde e pacientes só se beneficiaram do contato através de ferramentas tecnológicas e através de sistemas como plataformas de Telemedicina.

Juntamente com a humanização do atendimento presencial, este modelo de atendimento em clínicas garante um acompanhamento intensivo do paciente, mesmo em um cenário de doença pandêmica. Implemente você também!

 

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Pró-labore: A importância de separar as finanças pessoais e do consultório

Pró-labore: o que é e sua importância

Quando se é contratado por uma empresa em diferentes modalidades (estatutário, CLT, etc) ou prestador de serviços, além de não ter preocupações sobre aspectos de gestão, o salário ou remuneração pelo serviço já foi estabelecido previamente, restando apenas aguardar o período do pagamento. Empreendedores, porém, além de pensar nas questões financeiras referentes ao funcionamento do seu negócio, precisam também estar atentos as suas finanças pessoais neste contexto. 

Essa remuneração pessoal do proprietário ou sócio, ou ainda de administradores de alta hierarquia, é conhecida como pró-labore – do latim, “pelo trabalho”. Ou seja, o pró-labore é justamente o “salário” dos sócios pelo trabalho realizado no empreendimento. Esses valores estão enquadrados no campo das despesas, em termos contábeis. No caso de um consultório ou clínica, esse é um detalhe importante, já que muitas vezes, o proprietário pode trabalhar prestando serviços de assistência à saúde, podendo inclusive ser o único prestador, em caso de consultórios individuais.

Nesta lógica, as entradas referentes às consultas, exames e procedimentos não podem integralmente ir para o bolso do proprietário, e sim um percentual deste capital será utilizado para remunerá-lo. Existem alguns fatores que se deve ter em consideração para calcular o pró-labore:


Previsão

Em clínicas maiores ou hospitais, os gestores que terão direito ao pró-labore devem estar pré-determinados no contrato social do empreendimento. Mesmo em empresas pequenas, caso haja sócios, deve ser explicitado em documento quem terá direito a esta remuneração. O valor calculado também deve ser previsto e registrado no contrato social. 

Direitos trabalhistas

Diferente do salário propriamente dito de eventuais funcionários que existam na clínica ou consultório, o pró-labore não está atrelado ao pagamento de benefícios como 13º salário, FGTS, férias remuneradas, entre outros. É possível oferecer esses complementos, mas não é obrigatório – em geral, esses acréscimos se traduzem de forma indireta em um aumento do valor do pró-labore, o que é possível perceber na remuneração mais elevada recebida por sócios e executivos de níveis hierárquicos mais altos. 

Tributação

No cálculo do pró-labore deve ser considerado que incidem taxas sobre o valor retirado, que em termos contábeis é categorizada como despesa operacional. A tributação irá variar de acordo com o regime adotado pela empresa, a exemplo de Simples Nacional (receita bruta anual de até R$ 4,8 milhões), Lucro Presumido (receita de até R$ 78 milhões) ou Lucro Real (obrigatório para empresas com faturamento acima de R$ 78 milhões). No caso do Simples Nacional, uma das taxas incidentes é o percentual de 11% de contribuição ao INSS, mas a tributação pode ser maior a depender do regime adotado.

Valor de mercado

Para o cálculo do pró-labore, deve se ter em mente que ela remunera o trabalho de gestão realizado por um sócio. Assim, para se ter uma referência – ainda mais se o sócio em questão é um profissional de saúde, e por isso não é um administrador de formação – é preciso determinar quais funções específicas são cumpridas efetivamente na empresa e a partir disto, pesquisar o valor de mercado. Lembrete importante: mesmo considerando o valor de mercado, é necessário ajustar esse valor à capacidade financeira da empresa – neste sentido, o uso de um software de gestão de clínicas e consultórios pode auxiliar a ter uma visão realista de entradas e custos do negócio, permitindo o estabelecimento de um valor sustentável. A pesquisa pode ser feita junto a empresas e sites voltados para recrutamento deste tipo de profissional. 

 

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Como evitar perda de faturamento com a glosa médica

 


5 passos para uma clínica de sucesso

Quers saber como garantir o sucesso de sua clínica?

Existem milhares de clínicas e consultórios espalhadas pelo Brasil. E, provavelmente, não menos que uma dezena em sua cidade. O que nos leva a pergunta: o que te faz destacar em sua área de negócio?

Com o nosso software, atendemos centenas de clínicas e, com isso, foi possível perceber um padrão que ao ser ajustado poderia garantir o sucesso do negócio entre os concorrentes.

Sim, é possível ser referência em sua região.

Existe um mito sendo espalhado que diz que com a enorme crescente de clínicas e consultórios, tem se tornado impossível ser destaque, o que não diz respeito com a realidade. Você pode estar no meio de centenas de outras clínicas ou consultórios e ainda ser considerada a melhor entre todas.

É claro que as especialidades oferecidas e os equipamentos importam para seu crescimento (e isso não precisa nem ser citado, por ser tão óbvio), mas existem outros pontos que precisam ser considerados e que influenciam diretamente tanto para conquistar novos pacientes, quanto para fidelizar aqueles já atendidos.

5 PARA UM CLÍNICA DE SUCESSO

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No e-book abaixo, produzido exclusivamente pelo Saúde Vianet e que pode baixar gratuitamente, você encontrará cinco dicas que costumam ser ignoradas, mas que, no fim, fazem uma diferença enorme em seus resultados.

É claro que não vai depender do conteúdo, mas do quanto você estará disposto a aplica-lo em seu negócio para que, de fato, encontre o caminho do sucesso que você tanto quer e precisa!

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Como evitar perda de faturamento com a glosa médica.

Autoatendimento na saúde: os benefícios e como usar.

 


Como evitar perda de faturamento com a glosa médica

Glosa médica: O que é, tipos e como evitar perda de faturamento

Na maioria das atividades econômicas, um serviço prestado é um serviço pago, ou seja, existe uma expectativa de que ambas as contrapartes irão cumprir seu papel em uma relação comercial. Quando se trata, porém, da relação entre um consultório, clínica ou hospital e uma operadora de saúde, existe um elemento que pode frustrar essa perspectiva: a glosa. 

As glosas médicas ou glosas hospitalares, como são conhecidas, são faturamentos recusados pelas operadoras a partir da identificação de dados conflitantes entre o que consta no convênio e o que foi informado pelo prestador do serviço, ou devido a uma contestação de algum procedimento (seu método ou justificativa), valor de materiais (medicamento, material cirúrgico, próteses, etc), gerando a necessidade de uma auditoria. Há mais de um tipo de glosa, como veremos a seguir:

Glosa administrativa

A glosa administrativa é o tipo mais frequente e decorrem, em geral, de questões burocráticos, como registro incompleto de guias de faturamento, além de erros no preenchimento, a exemplo de dados inválidos ou desatualizados (como sobrenomes de pacientes, valores de tabela de serviços etc), erros de digitação, ausência de documentos necessários, entre outros. Considerando suas causas, pode ser a mais fácil de revisar. O uso de um software de gestão de clínicas e consultórios que tenha tenham um sistema de TISS – Troca de Informações em Saúde Suplementar – pode facilitar e tornar mais seguro a geração, preenchimento e envio de guias de autorização e outros documentos para os convênios. Uma das ferramentas é o preenchimento automatizado a partir de dados do paciente que já estão cadastrados, evitando erros. 

Glosa técnica

As glosas técnicas tem resolução mais complexa, por envolverem aspectos subjetivos na contestação e se referirem diretamente ao serviço que foi prestado. Neste caso, o questionamento se estende sobre a correção técnico-científica do serviço. O serviço prestado atende a protocolos assistenciais? O procedimento é indicado no caso do paciente, considerando seu quadro clínico? Há excesso, sem justificativa, de procedimentos, consultas, taxas? Questões como estas serão alvo de perícia por um auditor.

Glosa linear ou recorrente

A glosa linear ocorre quando a operadora de saúde não justifica o motivo da suspensão do pagamento, baseado em algum critério interno não informado, mesmo que o prestado tenha cumprido todos os requisitos, sejam administrativos ou técnicos. Muitas vezes, neste caso, trata-se de conduta irregular, sendo usado pelo convênio para reter recursos durante o trâmite, mantendo seu fluxo de caixa. Em certos casos ainda, devido à dificuldade de comprovar a justa procedência da cobrança, o prestador deixa de exigir o pagamento. 

Atenção para evitar glosas

Tecnologia: Assim como as operadoras investem massivamente em automação para detectar qualquer aspecto que favoreça a glosa, os prestadores também devem lançar mão de softwares que garantam o correto preenchimento e gerenciamento dos documentos para a realização da cobrança.

Prontuário: O correto preenchimento do prontuário, de forma detalhada e explícita, sem deixar de registrar e justificar condutas, pode auxiliar tanto para evitar glosas como para posterior análise e correção caso haja suspensão do pagamento por motivos técnicos.

Monitoramento: O registro das glosas, com informações sobre a operadora, justificativa (ou ausência dela), impacto financeiro e recorrência de embargos, pode ser uma ótima ferramenta de gestão para permitir a identificação da origem da falha, diferenciando erros operacionais internos (administrativos ou técnicos), o que permite corrigi-los, ou se trata-se de glosa linear, com possível irregularidade por parte da operadora.

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Gestão de clínicas pós pandemia.

Programa 5S: ferramenta que tem foco na qualidade dos processos.

 


Autoatendimento na Saúde: Os benefícios e como usar

Autoatendimento na saúde vale a pena?

Mesmo com avanços da robótica e inteligência artificial em várias áreas da vida, o contato humano ainda é primordial na prestação de serviços em saúde, mesmo que mediado por máquinas, como na telemedicina. Diante disso, pensar em usos do autoatendimento em empreendimentos do setor pode parecer contraditório, mas na verdade essas ferramentas podem representar vantagens em termos de custos e de satisfação dos clientes. 

Levantamento realizado em 2019 pela Chroma Marketing Solutions no Distrito Federal e em seis capitais brasileiras (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife, Manaus e Porto Alegre) apontou que 60,4% dos brasileiros optarão pelo autoatendimento para realização de compras nos três anos seguintes, sinalizando que os clientes preferem concentrar-se na experiência de compra, sem perder tempo com interações paralelas com representantes das vendas ou serviços. 

Como essa percepção pode ser aplicada aos empreendimentos em saúde? Utilizando a mesma lógica, o paciente quer o melhor serviço, o que inclui a atividade fim (consultas, exames e procedimentos), mas também redução de tempo e comodidades em ações paralelas, como para realizar agendamentos. O software de gestão de clínicas e  consultório que possua a ferramenta de Agenda Online permite ao paciente o acesso, por meio de smartphone, tablet ou computador pessoal, às datas disponíveis na agenda do profissional de saúde, sem precisar aguardar longos minutos no telefone para marcação. O agendamento também pode ser feito a qualquer hora, sem restrição ao horário de funcionamento do consultório. 

Outro mecanismo que abrange a categoria de autosserviço é o lembrete por SMS ou aplicativo de mensagens, como o WhatsApp, das datas agendadas para consultas, exames ou procedimentos, que podem ser acessadas quando for conveniente pelo paciente, sem ser interrompido por uma chamada telefônica durante seus afazeres diários, mas ao mesmo tempo garantido que ele se lembre do compromisso e, assim, evitando o não comparecimento. Isto representa tanto uma vantagem para o cliente quanto para a clínica, reduzindo prejuízos decorrentes do no-show.

 

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Prontuário do paciente pode ajudar na gestão do seu consultório médico


Gestão de Clínicas Pós Pandemia

Como adaptar sua gestão com a situação pós pandemia?

A gestão de clínicas pós pandemia pode exigir algumas adaptações. Então, para te ajudar a manter sua clínica médica competitiva no mercado, vamos te passar algumas dicas.

Muitas organizações e funcionários têm sido forçados a mudar radicalmente seu comportamento em relação à sociedade e seus próprios cuidados pessoais.

Na situação das clínicas, não tem sido diferente, pois os recursos do sistema de saúde se tornaram mais escassos devido à saturação do mesmo e ao fechamento temporário das clínicas em todo o país.

Agora pós pandemia, é fundamental fazer com que o paciente se sinta seguro em sua clínica médica, e para isso é preciso conquistar a confiança deles. Além disso, uma vez que o paciente esteja satisfeito, ele indicará sua clínica para mais pessoas.

Como você já deve saber, algumas organizações foram muito prejudicadas com a pandemia da Covid-19. E é claro que as clínicas médicas também ficaram no prejuízo.

Diante deste cenário, para melhorar o atendimento ao paciente pós pandemia, algumas clínicas procuraram melhorar seus processos como uma forma de manter bons resultados em tempos de crise.

Portanto, confira as dicas a seguir:

  • Pontualidade no atendimento;
  • Proteja seu caixa;
  • Garanta os recursos necessários;
  • Atendimento humanizado;
  • Utilize as redes sociais;
  • Aposte na Telemedicina.

Pontualidade no Atendimento

Nossa primeira dica não poderia ser outra. Para o paciente não é bom ter que esperar meia hora para ser atendido uma vez que ele tenha uma consulta, porém este atraso pode ocorrer por vários motivos. 

Isto pode ser o impacto do atraso de outros pacientes, o que resulta em um longo tempo de espera, ou pela má organização da agenda. Ou seja, a soma desses atrasos ou má gestão pode causar atrasos e insatisfação do paciente. 

Portanto, é essencial ter um período de tolerância para atrasos e deixar claro o porquê é importante estar presente no momento da consulta para que nenhum paciente seja prejudicado.

Proteja seu Caixa

Neste momento de pandemia, a melhor tática para ter estabilidade em sua clínica médica é evitar custos desnecessários e investimentos desproporcionais. Devemos lembrar que a instabilidade econômica pode acontecer devido aos possíveis lockdowns.

Portanto, a organização das finanças é importante na gestão. Uma vez que as contas tenham sido separadas, é necessário começar a manter o controle do fluxo de caixa, a fim de conhecer os movimentos financeiros da clínica.

Essa estratégia destina-se a registrar todas as movimentações dos recursos financeiros da sua clínica médica. Ela é responsável por organizar todos os lucros e custos da organização.

Todas estas informações devem ser inseridas em uma planilha ou em um programa de gerenciamento, o que for mais eficiente e familiar para aqueles que o utilizam. Em ambos os casos, há uma ampla gama de opções disponíveis na Internet.

Garanta os Recursos Necessários 

Também é importante assegurar os recursos necessários para que o pessoal do centro médico trabalhe de forma mais efetiva.

Isto abrange tudo, desde as ferramentas ideais até o treinamento dos funcionários para fazer o melhor uso possível das mesmas. Além disso, há a necessidade de ouvir a equipe de profissionais, receber e dar feedback. 

O gerente deve ser o principal apoio dos profissionais na clínica, preenchendo a lacuna entre seus interesses e os da clínica. Desta maneira, todos têm a oportunidade de oferecer um serviço de qualidade cada vez melhor aos pacientes.

Atendimento Humanizado

Na sua clínicA, você deve compreender seu paciente a fim de oferecer o melhor atendimento possível. Tenha um ambiente confortável e tente entender quem você está tratando, desde os objetivos do procedimento até seus medos. Ou seja, seu paciente deve se sentir acolhido.

Em sua clínica você verá pessoas de todas as classes sociais, por isso é essencial conhecê-las para que você saiba qual comunicação usar com cada indivíduo. Este é outro ponto essencial na gestão.

Portanto, tente conhecer seu público e como cada indivíduo procura ser atendido. Mantenha o diálogo ideal, exercite a gentileza e tire todas as dúvidas do paciente. Os profissionais desta área precisam estar dispostos a resolver inconvenientes e ter uma boa relação interpessoal. 

Utilize as Redes Sociais

Aqui vai outra dica. Outra maneira de se envolver e continuar próximo dos pacientes pós pandemia – e também uma maneira de fidelizar os atuais – é ser ativo nas mídias sociais e gerar conteúdo relevante. 

Crie conteúdo informativo, não apenas sobre sua área de atuação, mas também sobre a própria covid-19. Desta forma, sua clínica médica não só permanecerá relevante, mas também estará construindo credibilidade perante ao público.

Além da interação com pacientes e parceiros, deve-se observar que a publicidade e marketing médico continuam sendo permitidos, mas com certas restrições. 

Conteúdo educativo/informativo é permitido. A atenção deve ser redobrada com conteúdo que contenha apelo comercial. Antes de utilizar as redes sociais, é importante se atentar a esses detalhes.

Aposte na Telemedicina

Com a duração do período de restrições devido à pandemia, a quantidade de pacientes presenciais foi reduzida, afinal de contas, muitas pessoas não podem visitar a clínica, pois fazem parte do grupo de risco.

Nesta situação, uma ótima opção para continuar atendendo neste período pós pandemia com segurança e eficiência, é por meio da Telemedicina

Com esta opção na gestão de clínicas, há a chance de manter os serviços acessíveis, principalmente para atendimentos de emergência, respeitando o distanciamento social e mantendo sua produtividade.

Outro ponto interessante é que, se a consulta digital for positiva, o custo do serviço poderá ser o mesmo que você cobra pessoalmente em sua clínica, pois a qualidade do serviço ainda é a mesma. Ainda mais, neste formato, você pode trabalhar com uma estrutura mais simples, o que leva a menos gastos.

Concluindo…

Hoje vimos algumas dicas sobre gestão de clínicas pós pandemia. Além de otimizar as consultas e melhorar o atendimento ao paciente, cada uma destas dicas visam ajudar os profissionais de saúde a darem mais atenção para o paciente e em seu procedimento.

As clínicas que tomarem medidas mais rápidas para entender o tamanho do efeito da pandemia e avaliar alternativas para gerenciá-la, estarão melhor posicionadas para administrar os gastos e a saúde do paciente nos próximos anos.

Quanto melhor for a experiência oferecida em sua clínica, maiores serão as chances de ela ser referência na área da saúde. Aproveite o poder da tecnologia para otimizar seus esforços, promover sua reputação e atrair novos pacientes.

 

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Tendências da Medicina em 2022.

Programa 5S: Ferramenta que tem foco na qualidade dos processos.

Prescrições: como evitar erros e promover boas práticas.


Tendências da Medicina em 2022

Você sabe quais são as tendências para a área de saúde em 2022?

É sobre isso que vamos falar no artigo de hoje! O setor da saúde promete continuar com novidades este ano.

Aqueles que acreditam que as transformações digitais nesta área só foram provocadas pelo coronavírus estão muito enganados.

Antes disso, a Internet já estava sendo usada para aproximar os pacientes da saúde. Ainda mais, a tecnologia já estava lançando novidades e tendências na área médica, ano após ano, com o objetivo de acelerar processos e gerar mais resultados.

Entretanto, com a doença pandêmica, a transformação digital se acelerou, principalmente por causa da distância social. Tudo isso levou à adoção de diferentes medidas, como a opção de teleconsultas, para evitar a propagação da Covid-19.

Quais são as Tendências da Área da Saúde/Medicina para 2022?

Com pacientes cada vez mais ligados à Internet, estar presente no ambiente online não é uma alternativa e sim uma necessidade para as empresas da área da saúde

Entretanto, não basta estar presente na Internet, é preciso conhecer as tendências para estar à frente e oferecer exatamente o que o paciente está procurando.

Portanto, confira quais serão as tendências da medicina em 2022:

  • Telemedicina;
  • Atendimento híbrido;
  • Aumento da concorrência;
  • Atendimento através das redes sociais;
  • Pacientes mais exigentes.

Telemedicina

É bem provável que a regulamentação do uso de ferramentas de tele saúde venha a surgir. É essencial mencionar que estas ferramentas desempenharam um papel importante na luta contra a doença pandêmica. No Brasil, houve cerca de 2,5 milhões de teleconsultas e este modelo de atendimento deve continuar.

Os profissionais terão que aprender a utilizar essa nova estratégia. Deve-se notar que este processo não elimina as consultas presenciais, nem reduz o número de visitas presenciais. Essa estratégia tem a função de melhorar o atendimento.

Alguns planos de saúde e grandes instituições têm usado a Telemedicina já há algum tempo para acelerar e melhorar a qualidade do atendimento.

No setor da saúde, uma das organizações no Brasil que permite a conexão de pacientes com médicos, obteve um aumento em seu número de atendimentos em mais de 500 vezes no ano de 2020, o que mostra o sucesso da estratégia. Até 2023, a Telemedicina na América Latina pode alcançar até 3,5 bilhões de vidas, de acordo com previsões recentes.

Atendimento híbrido

Atendimento híbrido no setor da saúde é uma modalidade que mistura o atendimento presencial e digital. Seu objetivo principal é otimizar o atendimento ao paciente, aumentando as oportunidades de relacionamento com o médico de confiança.

Portanto, este processo oferece inúmeras vantagens para unidades de saúde e seus profissionais. Na prática, os serviços se tornam mais ágeis e objetivos, tornando possível planejar e marcar consultas de forma remota, conhecidas como teleconsultas.

Mas é claro, não há necessidade de abandonar o atendimento presencial, que pode ser solicitado se necessário e que também é essencial para manter a qualidade da relação médico-paciente.

Neste modelo, as possibilidades de atendimento remoto são acrescentadas às rotinas clássicas. Ou seja, as formas de acesso aos serviços de saúde são expandidas para o paciente.

Aumento da concorrência 

Não é só a reabertura das clínicas (que fecharam durante a pandemia) que irá aumentar a concorrência na área da saúde. A concorrência em provas de residência também aumentará no ano de 2022.

Isto se dará porque o número de vagas e faculdades de medicina aumentou consideravelmente e o de vagas de residência não. E não é só isso, mais de 80% dos indivíduos que estudam medicina desejam fazer residência.

Outros aspectos que contribuem para o crescimento da concorrência neste setor:

  • No ano de 2020 houveram atrasos em formaturas devido à Covid-19. Como resultado, algumas dessas classes tiveram sua formatura adiada para 2022.
  • Só em 2021, cerca de 11 mil médicos formados fora do Brasil fizeram o Revalida. O que levará a mais concorrentes com novas clinicas médicas.

Atendimento através das redes sociais

Na área da saúde, o atendimento personalizado faz toda a diferença nos consultórios/clínicas médicas, sobretudo para fidelizar os novos pacientes.

Por este motivo, um ponto fundamental para se destacar  é prestar o atendimento também através de redes sociais, como por exemplo o WhatsApp, para gerenciar suas consultas com mais praticidade. 

Isso oferece mais facilidade aos seus pacientes, que não precisam ir à sua clínica para marcar uma consulta, ou mesmo ficar minutos em uma chamada. O uso de mídias sociais e smartphones no atendimento oferece a possibilidade de atender mais de um paciente por vez.

Além disso, estes dispositivos se tornaram uma ferramenta de trabalho essencial na área da saúde. Como podem ser usados em qualquer lugar, eles permitem a realização de pesquisas, tirar fotografias para melhor diagnóstico e até mesmo o acesso a apps de gestão médica.

Pacientes mais exigentes 

Enquanto alguns pacientes estão tentando se tornar independentes dos consultórios médicos, há pessoas que estão conscientes de que as organizações de saúde são essenciais e valorizam a qualidade do serviço. 

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), há razões para esta mudança de comportamento no setor da saúde. Hoje, os pacientes compreendem seu papel, adquirem conhecimento suficiente para se envolverem com os médicos no cuidado de sua própria saúde. 

Desta forma, eles desenvolvem a capacidade de cuidar da própria saúde com mais autonomia. Para que a experiência do paciente seja mais agradável, é necessário estar atento às suas preferências.

De acordo com a pesquisa Healthcare 2030 publicado pela KPMG, há uma quantidade significativa de pessoas que valorizam a prevenção de patologias através de programas de bem estar, mas também há o público interessado em receber atendimento em casa. 

Conclusão

A Covid-19 causou profundas transformações não só no setor da saúde, mas também na forma como trabalhamos, nos relacionamos, cuidamos de nossa saúde e até mesmo na forma como consumimos diferentes serviços e produtos. 

Tudo isso obrigou as organizações a adaptarem seus processos à nova situação e a satisfazer as novas necessidades dos compradores.

Na área da saúde não foi muito diferente: consultórios, clínicas médicas, hospitais e laboratórios foram significativamente afetados pela doença pandêmica e tiveram que repensar suas táticas em relação à administração, relacionamento e atendimento aos pacientes.

Portanto, você precisa ficar por dentro das principais tendências da medicina, pois é importante abraçá-las e incorporá-las em suas estratégias. Seguindo as tendências e usando a tecnologia a seu favor, você chegará aos resultados que seus pacientes desejam.

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Programa 5S: Ferramenta que tem foco na qualidade dos processos

Prescrições: Como evitar erros e promover boas práticas

Telemedicina: dicas para uma consulta segura e efetiva


Programa 5S: Ferramenta que tem foco na qualidade dos processos

Já ouviu falar no Programa 5S?

Conceito que aparentemente expressa algo intangível, a qualidade pode ser buscada de forma concreta e gerida por meio de ferramentas, e o programa 5S é uma delas. Surgido no Japão na década de 1950, quando se difundiu no ambiente industrial do país, em reconstrução após a Segunda Guerra Mundial, o programa 5S tem sua criação atribuída ao engenheiro químico Karuo Ishikawa, importante expoente de técnicas de qualidade. O conceito derivaria de métodos utilizados por donas de casa japonesas voltadas à organização e gestão dos seus lares (daí a ser conhecido também como “housekeeping”, em tradução literal do inglês, a “arrumação da casa”). 

Como sugere o nome, o programa 5S reúne 5 valores, expressos em palavras em japonês, a serem aplicados para aumentar a qualidade dos processos e a produtividade: Seiri; senso de utilização; Seiton, senso de organização; Seiso, senso de limpeza; Seiketsu, senso de saúde e higiene; e Shitsuke, senso de autodisciplina. Como é possível perceber, tratam-se de conceitos que abrangem questões concretas, relacionadas ao gerenciamento e melhor aproveitamento de recursos, além de inibição do desperdício, se inserindo de forma pragmática na rotina de uma empresa, seja ela de qualquer setor – assim, o 5S pode ser aplicado a estabelecimentos de saúde, seja para um profissional de saúde com consultório próprio, seja a uma clínica ou hospital, com vários funcionários e níveis hierárquicos. 

Seiri – Senso de utilização

Seiri, ou senso de utilização, tem relação direta com desperdício e mau uso de recursos, referindo-se a bens, materiais ou mesmo atividades que não tenham função definida, resultando em acúmulo de recursos que não tem utilidade na rotina da empresa. Para aplica-lo, é preciso buscar ativamente o que está sem lugar ou função específica, questionando não somente se há utilização de fato, mas também, em caso afirmativo, qual a frequência de uso, o que pode orientar a destinação ou armazenamento no espaço (no caso de materiais, por exemplo), ou até mesmo uma modalidade de contratação, no caso de um serviço. 

Se um material ou serviço é usado diariamente um material, é preciso considerar a possibilidade de inclusive haver tê-lo um estoque. Se for um recurso de uso mais raro, a depender da urgência de sua necessidade ao ser requerido (um medicamento ou instrumental de procedimento, por exemplo), eu posso decidir tê-lo ou não armazenado. Se houver dúvidas sobre a função de um recurso, ele deve ser identificado para análise e posterior tomada de decisão sobre descarte ou manutenção. As áreas de descarte devem ser previamente delimitadas e geridas de forma a não se tornarem um ponto de acumulação de inservíveis, o que não é o objetivo, mas sim um ponto intermediário para a destinação final.

Seiton – Senso de organização 

Complementando a noção de Seiri, o senso de organização diz respeito ao fluxo de trabalho, deixando os recursos disponíveis e com fácil acesso no cotidiano da empresa, facilitando as atividades. No contexto da saúde, estão desde materiais de escritório, como receituário, formulários de encaminhamento, guia de solicitação de exames, etc; a materiais utilizados na atividade fim, como instrumental para exames e procedimentos, ou ainda equipamentos para primeiros socorros. Além da economia de tempo e eficiência, a estratégia ajuda na prevenção de acidentes e de erros. Um exemplo extremo seria, em uma clínica, de um carrinho de parada longe da área de assistência – caso um paciente sofresse uma parada cardiorrespiratória, minutos gastos na procura do equipamento pode ser definidor da manutenção da vida de alguém. 

Seiso – Senso de limpeza

Item muito importante no funcionamento de uma clínica ou consultório, a limpeza do ambiente, higiene de materiais e a própria higiene e proteção pessoal dos profissionais de atendimento ao público e saúde são fundamentais tanto para a performance do serviço de assistência, mas também na percepção de qualidade e satisfação do paciente. Na limpeza, é possível perceber a adequação do ambiente às atividades do serviço, seja na disposição espacial dos recursos, seja na presença ou ausência de luz e ventilação natural, quinas e cantos que favoreçam ou dificultem o asseio; existência de produtos de limpeza adequados; treinamento especializado para a higienização de materiais; e ainda equipamentos ou estruturas que necessitem de manutenção. Além do ambiente assistencial, áreas comuns, como recepção, corredores e banheiros também devem primar pela limpeza. 

Seiketsu – Senso de padronização

O Seiso abrange todos esses aspectos, não se tratando apenas da limpeza do ambiente, mas também do estabelecimento de um padrão que deve ser mantido por todos que atuam no local. No caso de serviços de saúde, isso envolve, por exemplo, campanhas e fiscalização sobre lavagem das mãos – um dos principais itens de prevenção a infecções originadas em serviços de saúde – além de uso de equipamentos de proteção individual (EPIs), bem como processos de armazenamento e esterilização de materiais, e de questões culturais, como a instituição do “zero adorno”, a depender do caso. Portanto, Seiketsu tem a ver com a criação de uma cultura organizacional, de regras e hábitos. 

Shitsuke – Senso de autodisciplina, ou disciplina

Para a implantação do Seiketsu, é preciso o engajamento, o comprometimento de todos do ambiente no cumprimento das regras e na compreensão da serventia desses princípios de forma a trazer concretamente mais qualidade para os processos e para o resultado do trabalho. O objetivo, neste tópico, é criar um senso de autodisciplina que permita que os próprios funcionários apliquem os conceitos sem a necessidade de fiscalização e mesmo na ausência de colegas e superiores. Como já dito, para isso é fundamental que o conjunto de pessoas entenda e perceba as consequências positivas da aplicação do 5S. Além disso, todos os funcionários devem se ajudar na adoção dos hábitos criados, passando orientações a novos integrantes da equipe e também relembrando ou recapacitando os membros antigos para que a cultura se estabeleça. 

 

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Telemedicina: dicas para uma consulta segura e efetiva

Conheça algumas dicas para uma consulta através da telemedicina sem preocupação.

Autorizada pelo governo federal para ser exercida durante a pandemia da Covid-19 pela Lei nº. 13.989 de 15 de abril de 2020, a telemedicina tem como principal apelo a facilitação do acesso a saúde, evitando grandes deslocamentos durante a crise sanitária atual e permitindo que os pacientes não deixem de ser atendidos e deem seguimento a tratamentos já iniciados. Em 2002 o Conselho Federal de Medicina (CFM) já havia publicado a Resolução nº 1.643, regulamentando a telemedicina, que foi reestabelecida em 2019 com a Resolução nº 2228. 

Apesar de poder ser utilizada tanto para assistência, como para promoção à saúde, prevenção de doenças e pesquisa, a telemedicina tem uma limitação importante por não permitir, parcial ou totalmente, a realização do exame físico, parte muito importante de uma consulta. Sem exame físico – restrito no máximo à inspeção, a depender do caso e da qualidade da plataforma usada pelo paciente – muitas informações sobre o quadro clínico podem ser perdidas. 

Neste sentido, destacamos medidas podem ser tomadas para tornar a consulta por telemedicina mais efetiva e mais segura para o médico e para o paciente.

Objetivo claro

Com a limitação do exame físico, o uso da telemedicina deve ter foco claro no que é possível ser feito – tanto pelo profissional quanto pelo paciente. Neste sentido, o CFM recomenda que o paciente seja alertado sobre as restrições pelo exercício da Medicina à distância. A coleta de informações deve ser o mais detalhada possível, de forma a não deixar passar aspectos importantes do quadro, sobretudo se percebido qualquer risco à vida e necessidade de consulta presencial. Quaisquer orientações prestadas ao paciente só devem ser feitas caso o profissional sinta-se munido de dados suficientes para elaborar a conduta.

Confidencialidade

A plataforma de realização da consulta deve ser adequada, de forma a garantir a transmissão de dados, privacidade, sigilo profissional, assim como o correto manuseio e guarda das informações do paciente. Neste caso, o uso de um software de gestão de clínicas e consultório que tenha um módulo de teleatendimento pode facilitar esta tarefa, por ser voltado especificamente para a prestação deste tipo de serviço e possibilitando a integração com prontuário eletrônico do paciente. O CFM também recomenda que as informações do paciente só devem ser transmitidas a outro profissional mediante consentimento livre e esclarecido do paciente. Mesmo se realizada em home office, o ambiente utilizado pelo profissional deve ser bem iluminado, silencioso e sem a presença de pessoas não autorizadas que possam ter acesso às informações trocadas, garantindo o sigilo profissional.

Vínculo

Assim como em uma consulta presencial, a relação médico paciente deve ser prioridade durante o atendimento, mesmo com a ausência do valoroso recurso do exame físico. A condução da assistência deve ser cuidadosa, em tempo adequado, permitindo que o paciente apresente suas queixas e possa expressar dúvidas – que deverão ser sanadas pelo profissional – e angústias relacionadas ao seu quadro clínico. Empatia, acolhimento, linguagem respeitosa e individualização da investigação e conduta continuam valendo na consulta à distância, e auxiliam na qualidade e na percepção de bons serviços prestados, mesmo sem o contato direto entre as duas partes envolvidas.

 

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Gestão clínica: Análise SWOT

Identificando pontos fortes e fracos do seu negócio com a análise SWOT

Quando se fala em planejamento estratégico, um pensamento comum é associar o conceito somente a grandes empresas, em uma lógica de que pequenos empreendimentos ou mesmo microempreendedores individuais não podem se beneficiar das ferramentas de gestão e qualidade.

O planejamento estratégico envolve a delimitação de uma estratégia para a empresa, tendo como ponto de partida sua visão, com metas definidas essencialmente no longo prazo, que serão executadas a partir do desdobramento do planejamento estratégico: o planejamento tático, que detalha os passos necessários em cada nível da empresa para alcançar os resultados esperados, e o operacional, de curto prazo, a partir do qual podem ser estabelecidas de forma mais concreta as ações e recursos voltadas para concretizar os planos.

Entre as ferramentas de construção do planejamento estratégico está a análise SWOT – a sigla, do inglês, significa: Strenghts (Forças); Weaknesses (Fraquezas), Opportunities (Oportunidades) e Threats (Ameaças). A matriz SWOT também é conhecida como FFOA, FOFA ou PFOA, considerando a traduções para o português. 

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A análise SWOT foi criada entre a década de 1960 e 1970, tendo como seu principal autor o consultor de negócios e gestão estadunidense Albert Humphrey, em pesquisa na Universidade de Stanford, com base em dados das 500 principais corporações da época listadas pela revista Fortune.

Como fazer a análise SWOT?

Como podemos perceber, a matriz SWOT combina aspectos internos e externos, abarcando tanto pontos positivos e negativos. Podemos elencar questões inerentes ao seu empreendimento, sobre as quais o gestor tem controle, onde serão identificadas forças (S) e fraquezas (W). 

O outro setor da matriz refere-se ao ambiente de negócios – considerando pontos como economia e política local, perspectivas do setor de atuação específico, entre outros – de forma que é possível identificar oportunidades (O) e ameaças (T) ao seu empreendimento. Considerando uma clínica ou consultório, o gestor responsável deve inicialmente ter uma ideia bem definida do objetivo da análise e também aplicar a matriz às características específicas de um negócio no setor da saúde. 

Strenghts – Forças

No campo de “Forças” da matriz SWOT, são identificados pontos positivos internos do empreendimento. Aqui a reflexão pode incluir aspectos como especialidades atendidas (há alguma especialidade que tem menor oferta ou grande demanda), o que pode ser estendido também a serviços e procedimentos (uso de tecnologia diferenciada, ou profissionais com técnicas avançadas); localização x público-alvo (o que pode ser pensado tanto no âmbito local, municipal ou mesmo estadual); infraestrutura.

Weaknesses – Fraquezas

As mesmas questões abordadas em Forças podem ser avaliadas e classificadas como “Fraquezas”, se for o caso. Infraestrutura precária, equipamentos antigos ou defasados, déficit na oferta de serviços básicos na área de atuação podem representar pontos negativos de uma clínica ou consultório. Aqui podem entrar questões financeiras, como capital de giro, capacidade de investimento, dívidas, elevado custo de depreciação de equipamentos ou ainda custo operacional alto. O uso de um software de gestão de clínicas e consultórios pode, em seu módulo de finanças, auxiliar na análise ao prover relatórios e dados importantes para fazer essa avaliação.

Opportunities – Oportunidades

Neste ponto, já adentramos nos aspectos externos ao negócio, sobre os quais não se tem controle – mas se bem identificados, permitem preparação e ação antecipada a problemas. No campo das oportunidades, um exemplo é a concorrência, ou melhor, a falta dela. A clínica ou consultório oferece algum serviço com pouca oferta na região? Melhor ainda se houver uma demanda sem atendimento, que pode ser suprida pelo seu empreendimento. Dispositivos tributários específicos podem facilitar a aquisição de equipamentos com menor custos. 

Threats – Ameaças

Da mesma forma que no tópico anterior, a existência de uma baixa demanda ou de grande oferta (sobretudo se coberta por profissionais de maior renome), ou ainda uma área de atuação que sofra bastante concentração e dificuldade de penetração para novos profissionais pode ser uma ameaça ao negócio. Para profissionais já estabelecidos, o surgimento de grandes corporações que prestem o mesmo serviço com maior agilidade e menor custo também podem representar um risco.

 

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