O prontuário eletrônico é o ambiente digital que tem a função de armazenar e centralizar todas as informações clínicas e administrativas ligadas ao histórico de saúde de um paciente.

Então, se você está à frente de uma clínica ou consultório que ainda não utiliza um prontuário eletrônico, certamente testemunhará tempos muito difíceis, uma vez que o prontuário de papel não será capaz de cumprir essa tarefa tão bem quanto as ferramentas digitais e seu negócio sofrerá um impacto direto deste fator.

Uma clínica ou consultório que permanece com o prontuário de papel terá a abreviação do seu tempo no mercado determinada por um fator mercadológico: os seus concorrentes, com o prontuário eletrônico incorporado de maneira natural aos seus processos, será muito mais eficiente em termos de ATENDIMENTO, RELACIONAMENTO e MARKETING do que você.

Pode parecer uma visão fatalista, mas é só ligar os pontos explicados abaixo.

O PRONTUÁRIO ELETRÔNICO DO PACIENTE AGREGA VALOR AO ATENDIMENTO

O prontuário eletrônico é o documento por meio do qual o médico reúne todos os dados relevantes sobre o paciente, de forma sistematizada pelo software.

Esta sistematização permite que esses dados possam ser usados no futuro para prestar um atendimento melhor e mais preciso, que será percebido pelo paciente em forma de profissionalismo e confiança.

Por sua vez, a falta desta sistematização não apenas acarreta num atendimento mais lento e trabalhoso, como pode significar a perda do bem mais valioso de uma clínica: o próprio paciente.

Eu mesmo vivi uma situação que exemplifica bem o que estou dizendo.

Certa vez, recebi uma prescrição médica em papel que, por descuido acabei perdendo.

Ao ligar para médica, ela não tinha uma “cópia dessa prescrição” – era uma receita bem grande para ser copiada em dois lugares.

É necessário dizer qual impressão me causou?

Pois bem…a chance de eu agendar uma nova consulta foi aniquilada naquele exato momento.

Este contexto já teve, inclusive, considerável repercussão na mídia, mostrando casos ainda mais graves do que este, como os que podem ser vistos neste artigo.

Um paciente como eu, marcado por uma experiência prévia negativa é muito tranquilamente acolhido por qualquer clínica que mostre profissionalismo e eficiência nesse quesito.

PRONTUÁRIO ELETRÔNICO: UMA ABORDAGEM INOVADORA

O prontuário eletrônico, por si só, já auxilia centenas de clínicas a melhorarem seus processos e a se destacarem da concorrência.

O prontuário do SVianet, por sua vez, vai muito além dos prontuários disponíveis hoje no mercado.

Transformamos o prontuário eletrônico numa ferramenta que vai além da verificação do histórico de conduta médica e pode, também, ser utilizado na  estratégia de comunicação do profissional de saúde, sendo seu aliado no apoio ao tratamento do paciente.

Ou seja, as informações geradas pelo prontuário serão utilizadas para finalidades de Relacionamento e Marketing.

E COMO TORNAR O PRONTUÁRIO ELETRÔNICO ESTRATÉGICO NA COMUNICAÇÃO?

Vejamos o seguinte exemplo: se foi registrada uma cirurgia num certo paciente há dois dias atrás, posso criar uma regra AUTOMATIZADA que envie ao paciente um SMS perguntando como ele se sente.

O paciente pode responder esse SMS e, mediante a resposta, a clínica adotar uma ação sobre isso: ligar para ele, enviar um email, marcar um novo agendamento, etc.

Assim, proporcionamos o ENGAJAMENTO DO PACIENTE

Utilizamos dados do prontuário para criar regras de relacionamento que são ativadas no MOMENTO CERTO (momento chave).

Esse momento chave pode ser utilizado para indicar o momento do paciente retornar para uma avaliação, lembrar de medicamento, ou uma orientação específica através da análise de dados no prontuário do paciente.

Exemplo: quando um médico (cardiologista) inclui uma determinada medicação, ele orienta o paciente a realizar um novo agendamento 3 meses depois trazendo novos exames a fim de avaliar o resultado da conduta atual.

O sistema pode enviar uma mensagem ao paciente lembrando da realização dos exames e enviando um link para agendamento da consulta de retorno para avaliação.

Também, é possível utilizar a integração do prontuário com o app de relacionamento, segmentando os pacientes com base no valor de uma variável.

Um exemplo disso, seria programar uma mensagem apenas para os pacientes em que a variável Diagnóstico tenha sido preenchida com o valor Tuberculose.

Isso torna a comunicação da sua clínica com o seu paciente totalmente personalizada e automática

MOTIVOS PARA ADOTAR O PRONTUÁRIO ELETRÔNICO

O que já foi abordado até o momento já é suficientemente forte para justificar a adoção do prontuário eletrônico.

Entretanto, há mais um fator bem pertinente a ser enfatizado: evitar a má caligrafia, que é um dos principais problemas de um prontuário escrito.

Médicos são famosos por prontuários rasurados em decorrência disso.Como consequência são comuns os casos de receitas não compreendidas pelo farmacêutico.

Ou seja, estamos diante de um problema que passou a ser culturalmente tolerado pela sociedade em geral.

Entretanto, não deixa de ser muito grave.

A má caligrafia, muitas vezes, compromete a compreensão das informações e, consequentemente, a prescrição correta de tratamentos e medicamentos.

A verdade, porém, é que essa característica, tão criticada na classe, é o resultado das condições de exercício própria profissão.

Durante uma anamnese, o médico possui muito pouco tempo para anotar muitas informações sobre o paciente e, por isso, o aspecto estético acaba ficando em segundo plano.

Em vista deste contexto, desenvolvemos soluções estratégicas que aceleram a digitação.

Para agilizar a escrita médica, o prontuário eletrônico do Saúde Vianet permite criar modelos de documentos que podem conter uma série de variáveis internas ao longo de um texto aberto.

Essas variáveis são previamente determinadas e podem ser substituídas por diferentes tipos de dados.

Pode ser uma variável de conteúdo fixo, que busca a informação desejada no cadastro do paciente (p.ex. o nome de um paciente ou a data de nascimento).

Uma variável de conteúdo dinâmico pode ser substituída por informações que estão em constante atualização (p.ex. data da última consulta).

Também é possível atribuir um valor à variável no momento do preenchimento do documento (p.ex. variáveis para peso, altura, etc.).

E, apesar de o documento ser em texto corrido, essas variáveis podem ser computadas em fórmulas, como  volume do ovário, que pode ser a multiplicação de outras variáveis.

NA PRÁTICA, O QUE ISSO SIGNIFICA?

Software para clínicas populares: empresário revela qual o melhor

Primeiramente, que a digitação de uma receita, laudo médico, histórico de atendimento ou qualquer outro tipo de documento pode ser muito mais rápida.

Além disso, é possível extrair informação com um desempenho muito superior do que a simples localização em um documento de texto aberto.

Ou seja, as informações preenchidas em forma de variável ficam armazenadas em nosso bancos de dados e podem ser lidas em poderosos relatórios que podem, inclusive, cruzá-las para permitir uma análise mais aprofundada.

O prontuário eletrônico também agiliza no agendamento da primeira consulta, no qual um link é enviado para o paciente preencher qualquer documento que seja conveniente (anamnese ou pré-cadastro, por exemplo), tornando o processo mais ágil e profissional.

Veja no link abaixo outras informações mais aprofundadas sobre o tema, fornecidas pelo Conselho Federal de Medicina:

Cartilha prontuário eletrônico: https://portal.cfm.org.br/crmdigital/Cartilha_SBIS_CFM_Prontuario_Eletronico_fev_2012.pdf

RESOLUÇÃO CFM Nº 1.821/07: http://www.portalmedico.org.br/resolucoes/cfm/2007/1821_2007.htm

MAS, E POR QUE ALGUNS AINDA NÃO USAM O PRONTUÁRIO ELETRÔNICO?

Há diferentes motivos relatados pelos donos de clínicas para não usarem o prontuário eletrônico do paciente (PEP).

Entretanto, a esmagadora maioria desses motivos, na verdade, são meros pretextos para tentar justificar a resistência às mudanças.

O desconforto em investir um tempo mínimo para implementar os novos processos acaba ofuscando todos os benefícios que o sistema traz consigo.

Entretanto, dentre as razões apresentadas para não adotar a informatização do atendimento, alguns deles são mais elaborados e, de fato, merecem atenção, pois levantam questões pertinentes a serem analisadas.

Uma delas é o receio de que os dados dos pacientes possam ser acessados de forma ilegal ou, até mesmo, comercializados.

É uma preocupação pertinente, mas que já foi resolvida de maneira muito simples.

Renato Françoso Filho, do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) e diretor de Comunicação da Associação Paulista de Medicina (APM), ao se referir ao prontuário eletrônico unificado adotado pelo Governo de São Paulo em 2013, ressaltou a necessidade de se ter um controle do histórico de acesso às informações produzidas no prontuário.

Ele enfatizou este ponto considerando a possibilidade de que tais informações dados cheguem a convênios de saúde ou a seguros de vida, pois, nesses casos, não se poderia excluir um paciente por conta das doenças que ele tivesse e nem mesmo avaliar a rentabilidade de assegurá-lo ou não com base nessas informações.

Já o presidente do Sindicato dos Médicos de São Paulo (Simesp), Cid Carvalhaes, na mesma ocasião, ressaltou a importância de se registrar quem teve acesso às informações e de que o próprio paciente pudesse acompanhar o prontuário.

“O próprio sistema tem de identificar e gravar quem acessou os dados, garantindo um controle de quem deve ler esse material.”

Os dois ressaltaram que o projeto, que se revelou um grande case de sucesso do prontuário eletrônico na rede pública, só seria eficaz se a tecnologia adotada pelo governo conseguisse gerenciar com agilidade as informações registradas.

E essa é uma das grandes vantagens do prontuário eletrônico do Svianet: as informações geradas são gravadas juntamente com um histórico de acesso, para que possam ser identificados os usuários que acessaram e/ou alteraram alguma informação do documento.

Além disso, informações ricas para uma gestão ágil podem ser exibidas de maneira visualmente simples, rápida e objetiva em nossa tela de indicadores ou em forma de relatórios, ambos personalizáveis.

A questão da validade jurídica do documento gerado pelo prontuário eletrônico também te gerado receio no meio.

Entretanto, vamos explorar o tema mais detalhadamente em outro artigo.

E VOCÊ? USA O PRONTUÁRIO ELETRÔNICO EM SUA CLÍNICA?

Quais são suas principais dúvidas a respeito do assunto? Deixe seu comentário!

Software para clínicas populares: empresário revela qual o melhor


POSTS RELACIONADOS