Como acertar nas redes sociais

Marketing e Saúde: 3 dicas para produzir conteúdo

Marketing e Saúde: 3 dicas para produzir vídeos para as redes sociais

Profissionais ou empreendedores de qualquer área já tem conhecimento da necessidade de estar presente nas redes sociais e interagir com seus clientes. Há várias formas de se fazer isso, tanto em relação a conteúdo quanto a formatos, mas o uso do vídeo ocupa atualmente um lugar de destaque quando o assunto é alcance e engajamento, sendo a estrela de algumas das plataformas mais famosas, como YouTube e Tik Tok. Para te ajudar, vamos abordar dicas relacionadas com marketing e sáude.

Isso se refletiu, por exemplo, em uma guinada recente na estratégia do Instagram, inicialmente percebida como uma rede social centrada em fotos. Em julho deste ano, a empresa anunciou a mudança do seu foco, baseado no gosto dos consumidores. O chefe do Instagram, Adam Mosseri, anunciou que o interesse da empresa é o entretenimento e que, para isso, o aplicativo agora está voltado para vídeos. “Não somos mais um app de compartilhamento de fotos ou um app de compartilhamento de fotos quadradas”, afirmou, citando ainda a concorrência. “Sejamos honestos, há uma competição muito grande neste momento (…). O TikTok é enorme, o YouTube é ainda maior, e há muitos outros se destacando também”, disse.

Sabendo da importância do formato de vídeo para uma boa estratégia nas redes sociais, sempre é uma alternativa pode ser contratar um profissional especializado para produção das imagens. No entanto, é possível ter noções gerais que permitem mais autonomia na gravação de vídeos mais informais, mesmo com o uso de celular. Na área da saúde, há diversos conteúdos que podem ser encaixados neste formato, desde informação sobre doenças e tratamentos, bate-papo com especialistas, e até mesmo conteúdo sobre o cotidiano de um profissional de saúde, de um consultório ou de uma clínica. Veja abaixo quatro dicas essenciais para produzir imagens com qualidade e conseguir alcançar mais pacientes nas redes sociais:

Iluminação

Se a criação de uma imagem, seja estática (fotografia) ou em movimento (vídeo), envolve justamente o registro da luz em uma superfície sensível (que antigamente eram os filmes fotográficos e hoje são sensores de câmeras digitais e smartphones), a iluminação é um aspecto central na gravação de boas imagens. A fonte de luz pode ser natural ou artificial, e deve ser abundante o suficiente para deixar o assunto principal e o ambiente iluminado. 

A luz que incide lateralmente a partir de uma janela sempre é uma boa opção para registros que não são feitas por profissionais, mas hoje também há equipamentos voltados para a produção de vídeo para internet, como ring lights (fonte em forma circular, muito útil para iluminação do rosto). Antes do registro, vale testar a iluminação, lembrando sempre de não posicionar o assunto principal na contraluz: por exemplo, ao sentar de costas para uma janela, é preciso haver uma fonte de luz suficiente para iluminar a frente.

Enquadramento e composição

Tanto em fotos como em vídeos é preciso entender que o que será registrado é o que aparece no campo capturado pela câmera – em um smartphone, o retângulo da imagem é exatamente o que se vê na tela. Isso deve ser levado em consideração, já que, além do assunto principal, outros objetos podem estar no enquadramento, afetando positiva ou negativamente o resultado final. Ainda pensando na gravação com celular, é importante definir se será usado o formato mais tradicional para vídeos, em “paisagem”, ou se será o equipamento será usado na vertical, formando imagens em retrato – este último tem utilidade pensando em vídeos para Reels ou Stories, que são assistidos com o aparelho na vertical.     

Som

Como sugere o nome, um recurso audiovisual vai requerer atenção tanto com as imagens como para o registro do som. De forma geral, em vídeos feitos por amadores, o registro feito pelo celular ou por uma câmera digital é suficiente desde que a produção seja feita em ambientes silenciosos – atenção para sons de fundo, como os produzidos por condicionadores de ar, computadores e geradores, que podem gerar um ruído indefinido e atrapalhar o assunto principal. Assim como na área de iluminação, já existem opções acessíveis de microfones para embutir no equipamento ou microfones de lapela, de forma a isolar melhor a voz da pessoa que está sendo gravada. 

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Como evitar perda de faturamento com a glosa médica

Glosa médica: O que é, tipos e como evitar perda de faturamento

Na maioria das atividades econômicas, um serviço prestado é um serviço pago, ou seja, existe uma expectativa de que ambas as contrapartes irão cumprir seu papel em uma relação comercial. Quando se trata, porém, da relação entre um consultório, clínica ou hospital e uma operadora de saúde, existe um elemento que pode frustrar essa perspectiva: a glosa. 

As glosas médicas ou glosas hospitalares, como são conhecidas, são faturamentos recusados pelas operadoras a partir da identificação de dados conflitantes entre o que consta no convênio e o que foi informado pelo prestador do serviço, ou devido a uma contestação de algum procedimento (seu método ou justificativa), valor de materiais (medicamento, material cirúrgico, próteses, etc), gerando a necessidade de uma auditoria. Há mais de um tipo de glosa, como veremos a seguir:

Glosa administrativa

A glosa administrativa é o tipo mais frequente e decorrem, em geral, de questões burocráticos, como registro incompleto de guias de faturamento, além de erros no preenchimento, a exemplo de dados inválidos ou desatualizados (como sobrenomes de pacientes, valores de tabela de serviços etc), erros de digitação, ausência de documentos necessários, entre outros. Considerando suas causas, pode ser a mais fácil de revisar. O uso de um software de gestão de clínicas e consultórios que tenha tenham um sistema de TISS – Troca de Informações em Saúde Suplementar – pode facilitar e tornar mais seguro a geração, preenchimento e envio de guias de autorização e outros documentos para os convênios. Uma das ferramentas é o preenchimento automatizado a partir de dados do paciente que já estão cadastrados, evitando erros. 

Glosa técnica

As glosas técnicas tem resolução mais complexa, por envolverem aspectos subjetivos na contestação e se referirem diretamente ao serviço que foi prestado. Neste caso, o questionamento se estende sobre a correção técnico-científica do serviço. O serviço prestado atende a protocolos assistenciais? O procedimento é indicado no caso do paciente, considerando seu quadro clínico? Há excesso, sem justificativa, de procedimentos, consultas, taxas? Questões como estas serão alvo de perícia por um auditor.

Glosa linear ou recorrente

A glosa linear ocorre quando a operadora de saúde não justifica o motivo da suspensão do pagamento, baseado em algum critério interno não informado, mesmo que o prestado tenha cumprido todos os requisitos, sejam administrativos ou técnicos. Muitas vezes, neste caso, trata-se de conduta irregular, sendo usado pelo convênio para reter recursos durante o trâmite, mantendo seu fluxo de caixa. Em certos casos ainda, devido à dificuldade de comprovar a justa procedência da cobrança, o prestador deixa de exigir o pagamento. 

Atenção para evitar glosas

Tecnologia: Assim como as operadoras investem massivamente em automação para detectar qualquer aspecto que favoreça a glosa, os prestadores também devem lançar mão de softwares que garantam o correto preenchimento e gerenciamento dos documentos para a realização da cobrança.

Prontuário: O correto preenchimento do prontuário, de forma detalhada e explícita, sem deixar de registrar e justificar condutas, pode auxiliar tanto para evitar glosas como para posterior análise e correção caso haja suspensão do pagamento por motivos técnicos.

Monitoramento: O registro das glosas, com informações sobre a operadora, justificativa (ou ausência dela), impacto financeiro e recorrência de embargos, pode ser uma ótima ferramenta de gestão para permitir a identificação da origem da falha, diferenciando erros operacionais internos (administrativos ou técnicos), o que permite corrigi-los, ou se trata-se de glosa linear, com possível irregularidade por parte da operadora.

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Autoatendimento na saúde vale a pena?

Mesmo com avanços da robótica e inteligência artificial em várias áreas da vida, o contato humano ainda é primordial na prestação de serviços em saúde, mesmo que mediado por máquinas, como na telemedicina. Diante disso, pensar em usos do autoatendimento em empreendimentos do setor pode parecer contraditório, mas na verdade essas ferramentas podem representar vantagens em termos de custos e de satisfação dos clientes. 

Levantamento realizado em 2019 pela Chroma Marketing Solutions no Distrito Federal e em seis capitais brasileiras (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife, Manaus e Porto Alegre) apontou que 60,4% dos brasileiros optarão pelo autoatendimento para realização de compras nos três anos seguintes, sinalizando que os clientes preferem concentrar-se na experiência de compra, sem perder tempo com interações paralelas com representantes das vendas ou serviços. 

Como essa percepção pode ser aplicada aos empreendimentos em saúde? Utilizando a mesma lógica, o paciente quer o melhor serviço, o que inclui a atividade fim (consultas, exames e procedimentos), mas também redução de tempo e comodidades em ações paralelas, como para realizar agendamentos. O software de gestão de clínicas e  consultório que possua a ferramenta de Agenda Online permite ao paciente o acesso, por meio de smartphone, tablet ou computador pessoal, às datas disponíveis na agenda do profissional de saúde, sem precisar aguardar longos minutos no telefone para marcação. O agendamento também pode ser feito a qualquer hora, sem restrição ao horário de funcionamento do consultório. 

Outro mecanismo que abrange a categoria de autosserviço é o lembrete por SMS ou aplicativo de mensagens, como o WhatsApp, das datas agendadas para consultas, exames ou procedimentos, que podem ser acessadas quando for conveniente pelo paciente, sem ser interrompido por uma chamada telefônica durante seus afazeres diários, mas ao mesmo tempo garantido que ele se lembre do compromisso e, assim, evitando o não comparecimento. Isto representa tanto uma vantagem para o cliente quanto para a clínica, reduzindo prejuízos decorrentes do no-show.

 

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Programa 5S: Ferramenta que tem foco na qualidade dos processos

Já ouviu falar no Programa 5S?

Conceito que aparentemente expressa algo intangível, a qualidade pode ser buscada de forma concreta e gerida por meio de ferramentas, e o programa 5S é uma delas. Surgido no Japão na década de 1950, quando se difundiu no ambiente industrial do país, em reconstrução após a Segunda Guerra Mundial, o programa 5S tem sua criação atribuída ao engenheiro químico Karuo Ishikawa, importante expoente de técnicas de qualidade. O conceito derivaria de métodos utilizados por donas de casa japonesas voltadas à organização e gestão dos seus lares (daí a ser conhecido também como “housekeeping”, em tradução literal do inglês, a “arrumação da casa”). 

Como sugere o nome, o programa 5S reúne 5 valores, expressos em palavras em japonês, a serem aplicados para aumentar a qualidade dos processos e a produtividade: Seiri; senso de utilização; Seiton, senso de organização; Seiso, senso de limpeza; Seiketsu, senso de saúde e higiene; e Shitsuke, senso de autodisciplina. Como é possível perceber, tratam-se de conceitos que abrangem questões concretas, relacionadas ao gerenciamento e melhor aproveitamento de recursos, além de inibição do desperdício, se inserindo de forma pragmática na rotina de uma empresa, seja ela de qualquer setor – assim, o 5S pode ser aplicado a estabelecimentos de saúde, seja para um profissional de saúde com consultório próprio, seja a uma clínica ou hospital, com vários funcionários e níveis hierárquicos. 

Seiri – Senso de utilização

Seiri, ou senso de utilização, tem relação direta com desperdício e mau uso de recursos, referindo-se a bens, materiais ou mesmo atividades que não tenham função definida, resultando em acúmulo de recursos que não tem utilidade na rotina da empresa. Para aplica-lo, é preciso buscar ativamente o que está sem lugar ou função específica, questionando não somente se há utilização de fato, mas também, em caso afirmativo, qual a frequência de uso, o que pode orientar a destinação ou armazenamento no espaço (no caso de materiais, por exemplo), ou até mesmo uma modalidade de contratação, no caso de um serviço. 

Se um material ou serviço é usado diariamente um material, é preciso considerar a possibilidade de inclusive haver tê-lo um estoque. Se for um recurso de uso mais raro, a depender da urgência de sua necessidade ao ser requerido (um medicamento ou instrumental de procedimento, por exemplo), eu posso decidir tê-lo ou não armazenado. Se houver dúvidas sobre a função de um recurso, ele deve ser identificado para análise e posterior tomada de decisão sobre descarte ou manutenção. As áreas de descarte devem ser previamente delimitadas e geridas de forma a não se tornarem um ponto de acumulação de inservíveis, o que não é o objetivo, mas sim um ponto intermediário para a destinação final.

Seiton – Senso de organização 

Complementando a noção de Seiri, o senso de organização diz respeito ao fluxo de trabalho, deixando os recursos disponíveis e com fácil acesso no cotidiano da empresa, facilitando as atividades. No contexto da saúde, estão desde materiais de escritório, como receituário, formulários de encaminhamento, guia de solicitação de exames, etc; a materiais utilizados na atividade fim, como instrumental para exames e procedimentos, ou ainda equipamentos para primeiros socorros. Além da economia de tempo e eficiência, a estratégia ajuda na prevenção de acidentes e de erros. Um exemplo extremo seria, em uma clínica, de um carrinho de parada longe da área de assistência – caso um paciente sofresse uma parada cardiorrespiratória, minutos gastos na procura do equipamento pode ser definidor da manutenção da vida de alguém. 

Seiso – Senso de limpeza

Item muito importante no funcionamento de uma clínica ou consultório, a limpeza do ambiente, higiene de materiais e a própria higiene e proteção pessoal dos profissionais de atendimento ao público e saúde são fundamentais tanto para a performance do serviço de assistência, mas também na percepção de qualidade e satisfação do paciente. Na limpeza, é possível perceber a adequação do ambiente às atividades do serviço, seja na disposição espacial dos recursos, seja na presença ou ausência de luz e ventilação natural, quinas e cantos que favoreçam ou dificultem o asseio; existência de produtos de limpeza adequados; treinamento especializado para a higienização de materiais; e ainda equipamentos ou estruturas que necessitem de manutenção. Além do ambiente assistencial, áreas comuns, como recepção, corredores e banheiros também devem primar pela limpeza. 

Seiketsu – Senso de padronização

O Seiso abrange todos esses aspectos, não se tratando apenas da limpeza do ambiente, mas também do estabelecimento de um padrão que deve ser mantido por todos que atuam no local. No caso de serviços de saúde, isso envolve, por exemplo, campanhas e fiscalização sobre lavagem das mãos – um dos principais itens de prevenção a infecções originadas em serviços de saúde – além de uso de equipamentos de proteção individual (EPIs), bem como processos de armazenamento e esterilização de materiais, e de questões culturais, como a instituição do “zero adorno”, a depender do caso. Portanto, Seiketsu tem a ver com a criação de uma cultura organizacional, de regras e hábitos. 

Shitsuke – Senso de autodisciplina, ou disciplina

Para a implantação do Seiketsu, é preciso o engajamento, o comprometimento de todos do ambiente no cumprimento das regras e na compreensão da serventia desses princípios de forma a trazer concretamente mais qualidade para os processos e para o resultado do trabalho. O objetivo, neste tópico, é criar um senso de autodisciplina que permita que os próprios funcionários apliquem os conceitos sem a necessidade de fiscalização e mesmo na ausência de colegas e superiores. Como já dito, para isso é fundamental que o conjunto de pessoas entenda e perceba as consequências positivas da aplicação do 5S. Além disso, todos os funcionários devem se ajudar na adoção dos hábitos criados, passando orientações a novos integrantes da equipe e também relembrando ou recapacitando os membros antigos para que a cultura se estabeleça. 

 

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Prescrições: Como evitar erros e promover boas práticas

Utilize a prescrição da forma certa!

Nem toda consulta se encerrará com uma prescrição de medicamentos, porém o recebimento da receita é, em geral, um dos momentos mais aguardados pelos pacientes, não apenas por ser a finalização do encontro, como por ver neste documento uma possibilidade de melhoria do seu estado clínico. Sendo assim, é um documento extremamente importante e que deve integrar o prontuário eletrônico do paciente (PEP), permitindo acompanhar o tratamento do paciente enquanto ele durar e fornecendo bases para quaisquer alterações e acréscimos que precisem ser feitos. 

Apesar de aparentemente ser um documento simples, a elaboração de uma receita precisa seguir algumas regras para garantir a segurança do paciente e efetividade do tratamento. Afinal ninguém deseja que o paciente compre o medicamento errado ou não entenda como funciona a administração, reduzindo ou anulando seus efeitos. Uma receita feita corretamente é um dos passos para garantir a adesão terapêutica, o que possibilitará melhores resultados e, consequentemente, a satisfação do paciente. Veja abaixo regras e dicas para adoção de boas práticas na prescrição de medicamentos. 

Dados obrigatórios

No cabeçalho do receituário, que deve ser impresso, deve constar o nome do profissional, seu endereço profissional, registro profissional (e de especialidade, se for o caso), e número de cadastro de pessoa física ou jurídica. Atenção ao endereço: caso o profissional trabalhe para clínicas ou hospitais e também atue de forma independente, o receituário utilizado na segunda situação deve ser próprio, informando o endereço de seu consultório pessoal ou mesmo de sua residência. Jamais deve ser usado o receituário de uma instituição caso o atendimento tenha sido feito fora do âmbito desta. 

Superinscrição

A superinscrição é o campo do receituário que abrange o nome e idade do paciente e seu endereço. O uso do “Rx” – que significa “receba”, endereçado ao farmacêutico responsável – não é obrigatório. Também pode ser informado, em vez disso, se o medicamento é administrado por via enteral (“Uso interno”) ou parenteral (“Uso externo”). 

Inscrição

Neste campo, é informado diretamente o nome do medicamento, a forma farmacêutica (comprimido, comprimido efervescente, suspensão, gotas, drágeas, xarope, solução oral, etc) e sua concentração.

Subinscrição

Aqui, no caso de medicamentos controlados, deve ser registrada, em algarismos arábicos e por extenso, entre parênteses, a quantidade que deve ser dispensado ao paciente.

Adscrição

Aqui, devem ser inseridas às orientações adicionais ao paciente.

Ao final, devem ser incluídas data, assinatura e número de registro profissional (CRM, CRO e CRMV). Não é obrigatório o uso de carimbo! Também não é obrigatório o uso do Rx cortado e o uso do símbolo de marca registrada (®) quando for utilizado o nome comercial do medicamento. Em relação à esta questão, também é adequado que a receita não especifique marcas, e sim o nome do princípio ativo. 

Outra dica importante diz respeito à legibilidade do documento: muitas clínicas e hospitais tem dado preferência ao uso de receitas impressas, quebrando o estigma da “letra de médico”, com prescrições integralmente ilegíveis e que podem induzir o paciente ou o farmacêutico ao erro ou até mesmo inutilizar a prescrição. O uso de carimbos desbotados também se enquadra como letra ilegível e se configura como infração ética. Os carimbos não podem conter também receitas padronizadas, devendo restringir-se a dados como nome; número do registro no conselho profissional e estado da Federação; especialidade, se for registrada no Conselho; matrícula do Sistema Integrado de Administração de Recursos Humanos, se em serviço público; e cargo).

Além da questão da forma, é muito importante observar aspectos clínicos como doenças prévias, alergias, medicamentos já em uso pelo paciente (evitando interações medicamentosas indesejadas), além de custo, vias de administração e efeitos adversos – os dois últimos tópicos podem influenciar na adesão ao tratamento. O paciente deve ser orientado sobre sinais de alerta referentes ao uso dos medicamentos prescritos. 

 

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Telemedicina: dicas para uma consulta segura e efetiva

Conheça algumas dicas para uma consulta através da telemedicina sem preocupação.

Autorizada pelo governo federal para ser exercida durante a pandemia da Covid-19 pela Lei nº. 13.989 de 15 de abril de 2020, a telemedicina tem como principal apelo a facilitação do acesso a saúde, evitando grandes deslocamentos durante a crise sanitária atual e permitindo que os pacientes não deixem de ser atendidos e deem seguimento a tratamentos já iniciados. Em 2002 o Conselho Federal de Medicina (CFM) já havia publicado a Resolução nº 1.643, regulamentando a telemedicina, que foi reestabelecida em 2019 com a Resolução nº 2228. 

Apesar de poder ser utilizada tanto para assistência, como para promoção à saúde, prevenção de doenças e pesquisa, a telemedicina tem uma limitação importante por não permitir, parcial ou totalmente, a realização do exame físico, parte muito importante de uma consulta. Sem exame físico – restrito no máximo à inspeção, a depender do caso e da qualidade da plataforma usada pelo paciente – muitas informações sobre o quadro clínico podem ser perdidas. 

Neste sentido, destacamos medidas podem ser tomadas para tornar a consulta por telemedicina mais efetiva e mais segura para o médico e para o paciente.

Objetivo claro

Com a limitação do exame físico, o uso da telemedicina deve ter foco claro no que é possível ser feito – tanto pelo profissional quanto pelo paciente. Neste sentido, o CFM recomenda que o paciente seja alertado sobre as restrições pelo exercício da Medicina à distância. A coleta de informações deve ser o mais detalhada possível, de forma a não deixar passar aspectos importantes do quadro, sobretudo se percebido qualquer risco à vida e necessidade de consulta presencial. Quaisquer orientações prestadas ao paciente só devem ser feitas caso o profissional sinta-se munido de dados suficientes para elaborar a conduta.

Confidencialidade

A plataforma de realização da consulta deve ser adequada, de forma a garantir a transmissão de dados, privacidade, sigilo profissional, assim como o correto manuseio e guarda das informações do paciente. Neste caso, o uso de um software de gestão de clínicas e consultório que tenha um módulo de teleatendimento pode facilitar esta tarefa, por ser voltado especificamente para a prestação deste tipo de serviço e possibilitando a integração com prontuário eletrônico do paciente. O CFM também recomenda que as informações do paciente só devem ser transmitidas a outro profissional mediante consentimento livre e esclarecido do paciente. Mesmo se realizada em home office, o ambiente utilizado pelo profissional deve ser bem iluminado, silencioso e sem a presença de pessoas não autorizadas que possam ter acesso às informações trocadas, garantindo o sigilo profissional.

Vínculo

Assim como em uma consulta presencial, a relação médico paciente deve ser prioridade durante o atendimento, mesmo com a ausência do valoroso recurso do exame físico. A condução da assistência deve ser cuidadosa, em tempo adequado, permitindo que o paciente apresente suas queixas e possa expressar dúvidas – que deverão ser sanadas pelo profissional – e angústias relacionadas ao seu quadro clínico. Empatia, acolhimento, linguagem respeitosa e individualização da investigação e conduta continuam valendo na consulta à distância, e auxiliam na qualidade e na percepção de bons serviços prestados, mesmo sem o contato direto entre as duas partes envolvidas.

 

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Gestão clínica: Análise SWOT

Identificando pontos fortes e fracos do seu negócio com a análise SWOT

Quando se fala em planejamento estratégico, um pensamento comum é associar o conceito somente a grandes empresas, em uma lógica de que pequenos empreendimentos ou mesmo microempreendedores individuais não podem se beneficiar das ferramentas de gestão e qualidade.

O planejamento estratégico envolve a delimitação de uma estratégia para a empresa, tendo como ponto de partida sua visão, com metas definidas essencialmente no longo prazo, que serão executadas a partir do desdobramento do planejamento estratégico: o planejamento tático, que detalha os passos necessários em cada nível da empresa para alcançar os resultados esperados, e o operacional, de curto prazo, a partir do qual podem ser estabelecidas de forma mais concreta as ações e recursos voltadas para concretizar os planos.

Entre as ferramentas de construção do planejamento estratégico está a análise SWOT – a sigla, do inglês, significa: Strenghts (Forças); Weaknesses (Fraquezas), Opportunities (Oportunidades) e Threats (Ameaças). A matriz SWOT também é conhecida como FFOA, FOFA ou PFOA, considerando a traduções para o português. 

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A análise SWOT foi criada entre a década de 1960 e 1970, tendo como seu principal autor o consultor de negócios e gestão estadunidense Albert Humphrey, em pesquisa na Universidade de Stanford, com base em dados das 500 principais corporações da época listadas pela revista Fortune.

Como fazer a análise SWOT?

Como podemos perceber, a matriz SWOT combina aspectos internos e externos, abarcando tanto pontos positivos e negativos. Podemos elencar questões inerentes ao seu empreendimento, sobre as quais o gestor tem controle, onde serão identificadas forças (S) e fraquezas (W). 

O outro setor da matriz refere-se ao ambiente de negócios – considerando pontos como economia e política local, perspectivas do setor de atuação específico, entre outros – de forma que é possível identificar oportunidades (O) e ameaças (T) ao seu empreendimento. Considerando uma clínica ou consultório, o gestor responsável deve inicialmente ter uma ideia bem definida do objetivo da análise e também aplicar a matriz às características específicas de um negócio no setor da saúde. 

Strenghts – Forças

No campo de “Forças” da matriz SWOT, são identificados pontos positivos internos do empreendimento. Aqui a reflexão pode incluir aspectos como especialidades atendidas (há alguma especialidade que tem menor oferta ou grande demanda), o que pode ser estendido também a serviços e procedimentos (uso de tecnologia diferenciada, ou profissionais com técnicas avançadas); localização x público-alvo (o que pode ser pensado tanto no âmbito local, municipal ou mesmo estadual); infraestrutura.

Weaknesses – Fraquezas

As mesmas questões abordadas em Forças podem ser avaliadas e classificadas como “Fraquezas”, se for o caso. Infraestrutura precária, equipamentos antigos ou defasados, déficit na oferta de serviços básicos na área de atuação podem representar pontos negativos de uma clínica ou consultório. Aqui podem entrar questões financeiras, como capital de giro, capacidade de investimento, dívidas, elevado custo de depreciação de equipamentos ou ainda custo operacional alto. O uso de um software de gestão de clínicas e consultórios pode, em seu módulo de finanças, auxiliar na análise ao prover relatórios e dados importantes para fazer essa avaliação.

Opportunities – Oportunidades

Neste ponto, já adentramos nos aspectos externos ao negócio, sobre os quais não se tem controle – mas se bem identificados, permitem preparação e ação antecipada a problemas. No campo das oportunidades, um exemplo é a concorrência, ou melhor, a falta dela. A clínica ou consultório oferece algum serviço com pouca oferta na região? Melhor ainda se houver uma demanda sem atendimento, que pode ser suprida pelo seu empreendimento. Dispositivos tributários específicos podem facilitar a aquisição de equipamentos com menor custos. 

Threats – Ameaças

Da mesma forma que no tópico anterior, a existência de uma baixa demanda ou de grande oferta (sobretudo se coberta por profissionais de maior renome), ou ainda uma área de atuação que sofra bastante concentração e dificuldade de penetração para novos profissionais pode ser uma ameaça ao negócio. Para profissionais já estabelecidos, o surgimento de grandes corporações que prestem o mesmo serviço com maior agilidade e menor custo também podem representar um risco.

 

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Saúde financeira da clínica

Negócio saudável: Dois conceitos chave que todo gestor precisa conhecer

Um gestor de um consultório ou clínica pode ser um profissional graduado em administração ou um profissional de saúde, podendo muitas vezes estar à frente de seu próprio empreendimento – neste último caso, o controle financeiro pode vir a ser um dos aspectos mais desafiadores envolvidos na gestão de um negócio.

Além da atividade-fim, as finanças constituem o centro de um consultório ou clínica, já que respondem pela saúde de um empreendimento e por sua sustentabilidade ao longo do tempo e sua sobrevivência. Mesmo com bons serviços prestados e pacientes satisfeitos, uma empresa do setor pode não conseguir resistir a uma estratégia financeira ineficiente. Neste sentido, há dois conceitos muito importantes para compreender como funciona o equilíbrio entre recebimentos e despesas necessário para manter uma clínica em pleno funcionamento: capital de giro e fluxo de caixa.

Capital de Giro: Base para as atividades cotidianas

O capital de giro é determinado a partir da diferença entre os recursos disponíveis em caixa e a soma de contas a pagar, seja à vista ou a prazo, com as despesas, considerando tanto custos fixos (energia elétrica, água, telefone, etc), como variáveis (material de consumo, taxas incidentes sobre serviços prestados, etc). Assim, o capital de giro é o dinheiro existente em caixa para o pagamento das despesas resultantes do funcionamento do consultório ou clínica durante o cotidiano do empreendimento. Uma ideia importante ligada a este conceito é liquidez: se o capital de giro estiver investido, ele precisa ser rápida e facilmente resgatado para o cumprimento das obrigações financeiras.

Para isso, é preciso haver um controle sobre os prazos de pagamento das despesas e o ritmo de entradas de recursos provenientes dos serviços prestados, o que pode variar de acordo com as formas de pagamento: depósitos, cartões de crédito, recebimento por convênios. Não necessariamente esses dois braços financeiros coincidirão, daí a importância de ter bem delimitado o custo médio de funcionamento por dia e quantos dias o consultório ficará sem entrada de novos recebimentos. 

Outro aspecto importante, caso sejam realizados procedimentos no consultório ou na clínica, é a boa gestão de estoques, de forma que eles sejam pensados para atender à frequência média de atividades da empresa, o que representa um custo específico com materiais e prazos para pagamentos e novas aquisições, que precisam ser assegurados. 

Se existirem funcionários, a exemplo de recepcionista e auxiliares, a folha de pagamento também entrará neste cálculo. Não se deve esquecer, neste caso, de despesas sazonais, como férias e 13º salário. 

Fluxo de caixa: A origem de soluções ou problemas

Uma vez entendido o que é o capital de giro, um conceito próximo, porém não igual, é o de fluxo de caixa: este último representa o controle do total de entradas e saídas financeiras do negócio em um determinado período, por exemplo, em um mês. Fica claro, a partir daí, sua ligação com o capital de giro: o fluxo de caixa adequado é importante para garantir sua existência, e o cumprimento das obrigações da empresa. 

Considerando que nem sempre as entradas – no caso de uma clínica o fluxo de pagamentos relacionados aos serviços em saúde prestados – corresponderão às saídas, visto que a demanda por atendimentos pode variar ao longo dos meses, o estabelecimento de uma reserva financeira pode garantir o custeio das despesas do consultório. 

O uso de um software de gestão de clínicas e consultórios facilita e torna mais seguro a realização do controle financeiro, sem risco de se perder em registros descentralizados. 

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Marketing em saúde e as redes sociais

Marketing em saúde: Cinco formas de manter presença nas redes sociais

O uso de redes sociais se tornou onipresente na vida contemporânea, de modo que a cada dia borram-se mais os limites entre a “vida real” e o “mundo real”. Além de ser um ambiente de convivência, consumo de informação e entretenimento, a internet tornou-se espaço de marketing por excelência – levando até mesmo ao surgimento de uma nova profissão, os influenciadores digitais – tendo nas redes sua expressão mais dinâmica e próxima do seu público-alvo. 

Diferente do site, que funciona como um cartão de visitas mais estático de um empreendimento, nas redes sociais a interação é feita diretamente e muitas vezes em tempo real com seu público. Baseados em dados dos usuários, os algoritmos de cada plataforma especializam-se cada vez mais nas preferências individuais e podem ampliar o alcance da mensagem, de forma que ela chegue a uma quantidade e variedade cada vez maior de pessoas. 

Ter presença efetiva nas redes sociais, porém, vai muito além de ter um perfil e publicar com certa periodicidade. Conheça cinco dicas para construir presença real nas redes e explorar o potencial dessas ferramentas no marketing em saúde.

Identidade

Em meio a milhões de perfis do mesmo nicho, é preciso estabelecer sua marca pessoal para atrair e, principalmente, manter uma audiência em um perfil de qualquer rede social. Tanto no caso de um perfil profissional de pessoa física, quanto na página de uma clínica, é importante delimitar o foco principal, que vai nortear o conteúdo. Trata-se de uma maternidade voltada para parto humanizado? Um perfil de um dentista especializado em reabilitação oral? Um consultório de nutrição voltado à performance esportiva? Deixe sua mensagem e valores explícitos, o que irá promover conexão e, consequentemente, engajamento. 

Retroalimentação

Para construir presença no ambiente virtual de forma sólida, não é necessário somente obter engajamento do público, que se expressa na forma de visitas ao perfil, curtidas – os icônicos likes – comentários, conteúdo salvo ou compartilhamentos. Responder às interações é importante para criar e manter vínculos, com nível de formalidade compatível com a imagem que o profissional deseja construir na rede social, mas sempre de forma respeitosa e compatível com as especificidades do marketing em saúde. Mensurar as interações também auxilia no entendimento de quais conteúdos e formatos geram maior participação e reações positivas do público, o que orienta o caminho que devem seguir as futuras publicações.

Autoridade

Construir autoridade sobre determinado assunto pode ser realizado em qualquer área profissional, porém a área da saúde oferece uma vantagem por envolver temas que exigem respaldo técnico para serem abordados. Neste sentido, usar seu espaço para trazer informações ou discussões relevantes dentro de sua área de atuação pode ser uma boa forma de se posicionar e até mesmo atrair pacientes. Use linguagem clara, acessível e sem jargões técnicos para plena compreensão da mensagem. Teor ou tom sensacionalista, além de não ser permitido, destroem a credibilidade, bem como disseminação de fatos inverídicos (“fake news”).

Pessoalidade

Explore as possibilidades multimídia das redes sociais: conteúdos educativos e debates podem ser transmitidos em diversos formatos. Vídeos estão em alta, e podem ter a presença direta do profissional (ou de algum dos profissionais que trabalhem em uma clínica), reforçando a identidade, tornando a publicação menos “fria” e criando laços com o público. Atenção ao visual: vestimentas, ambiente, iluminação e gestual também fazem parte da mensagem que é passada. O uso de um tom mais natural e próximo da personalidade do profissional pode gerar maior aproximação, mas cabe atenção ao nível de exposição de aspectos pessoais.

Frequência

A frequência com que conteúdos de sua página aparecem para a audiência também impacta no nível de engajamento e no quanto o perfil será lembrado por seus seguidores. Considere que o tempo virtual é mais rápido e que publicações muito espaçadas podem inclusive ser entregues com menor alcance em algumas plataformas. Estabeleça, no entanto, um equilíbrio entre o ritmo exigido pelos algoritmos e suas obrigações profissionais – caso necessário, a terceirização da gestão de redes sociais pode ser a solução adequada para seu empreendimento.

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Dicas para abrir seu primeiro consultório

Durante os muitos anos de estudos enfrentados pelos profissionais de saúde para sua formação e qualificação, a abertura de um consultório próprio é um dos sonhos que podem guiar a carreira nesta área. Diferente de outros caminhos possíveis no setor, abrir um consultório exige custos além do investimento em cursos, materiais individuais de trabalho, o que muitas vezes desestimula ou até mesmo inviabiliza a realização dessa meta. 

Como em qualquer outro empreendimento, o primeiro ponto a ser pensado é planejamento. Este quesito abrange diversos âmbitos, sendo um deles, e muitas vezes subestimado, o emocional. A perspectiva de ser “seu próprio chefe”, gerenciando seu tempo e metas, pode ser animadora, mas há o enfrentamento de outros desafios que envolve não dominar somente os conhecimentos de sua profissão, mas também noções de ordenamento jurídico, empreendedorismo e inovação, marketing, gestão e finanças. Relacionamento com pessoas, sejam sócios, funcionários, clientes e fornecedores também é uma habilidade que precisa ser desenvolvida para o bom desempenho na lida com o consultório.

Outro fator muito importante é o financeiro, já que mesmo utilizando estratégias para reduzir custos, a abertura de um consultório exige um investimento mínimo que deve ser calculado a partir da proposta de negócio que se quer oferecer, visando arcar com custos de estrutura, equipamentos, impostos e taxas, pagamento de funcionários ou prestadores de serviço. 

Além do gasto inicial, há custos de manutenção da estrutura, limpeza, energia elétrica, água e esgoto, material de consumo, além de investimento em marketing para atrair e manter pacientes. Para facilitar a vida dos iniciantes, há ferramentas que podem auxiliar os profissionais que desejam abrir seu primeiro consultório.

 

Consultoria e cursos gratuitos

Se planejamento é a palavra de ordem na hora de começar um empreendimento, conhecimento sobre o que está fazendo é fundamental. Neste sentido, a decisão de contratar ou não um profissional específico para cuidar da documentação referente à criação da pessoa jurídica por trás do consultório dependerá muito da capacidade financeira no momento de começar o negócio, porém existem cursos e serviços de consultorias gratuitas que podem servir como um pontapé inicial e criar uma base que servirá tanto para administrar sua própria empresa, como, no futuro, lidar de forma segura com profissionais que venham a ser contratados para essa tarefa.

Referência no assunto, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) é uma entidade privada, mas sem fins lucrativos, que atua como agente de fomento com foco em empresas que tenham faturamento bruto de até R$ 4,8 milhões. Entre outras ações, o Sebrae oferece materiais de consulta, como e-books, eventos e cursos gratuitos presenciais e online sobre diversos temas, desde mais generalistas, como “Atendimento ao cliente”, como aulas voltados para mercados específicos. 

 

Coworking

A manutenção de um ponto comercial enquanto ocorre a consolidação de um fluxo de pacientes pode ser um dos aspectos penosos na abertura do primeiro consultório, principalmente no caso de profissionais em início de carreira. A agenda vai sendo construída à medida em que se se recebem novos pacientes, o que pode demorar alguns meses a acontecer em uma frequência mensal que compense o custo com aluguel, condomínio e despesas como energia elétrica, água e internet. 

Os espaços de coworking são alternativas para esta fase inicial: com funcionamento pay per use (do inglês, pague pelo uso), são salas de atendimento compartilhadas, que dispõem de toda a infraestrutura necessária, e que podem ser reservados para utilização mediante o pagamento de uma taxa. Assim, o desembolso ocorre somente quando o espaço é utilizado – enquanto o aluguel fixo pode, inicialmente, representar um custo elevado sem retorno compatível, além da subutilização do consultório.

 

Software de gestão de clínicas e consultórios

A tecnologia está a favor dos profissionais de saúde recém-chegados ao mercado, facilitando significativamente a administração do negócio. Entre as funções que podem ser concentradas em um único software, está a organização da agenda, evitando choques de horário e remarcações decorrentes da utilização de anotações em papel ou mesmo digitais, mas descentralizadas. O cliente pode ter acesso a uma agenda online, onde estarão disponíveis apenas os horários livres e solicitar o agendamento, que será liberado após aprovação – esta possibilidade traz um ganho também na desburocratização do processo. No mesmo software, o módulo de relacionamento, permitindo envio de mensagens para pacientes, lembrando a consulta marcada, ou ainda outros comunicados. De forma integrada, também é possível fazer a gestão de prontuários, faturamento de convênios e controle financeiro do consultório.

 

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